Site e Museu do Monumento Militar Brasileiro na Italia

Depois da cerimonia que acompanhei lá em Staffoli, fiquei sabendo da próxima cerimônia que aconteceria naquele mesmo dia, desta vez na cidade de Pistoia, onde está o Monumento Motivo Militar Brasileiro.

Esta segunda cerimonia, além de contar com a homenagem ao Soldado Desconhecido, com o hasteamento da bandeira brasileira e a condecoração de pessoas valiosas ao movimento, também marcou a inauguração do site e da mostra museu do monumento votivo em Pistoia.

Porém antes de continuar a contar a vocês dos detalhes daquele dia, quero antes falar um pouco da FEB, pois infelizmente grande parte do povo brasileiro não tem a menor idéia de quem foram, do que fizeram e sequer por onde andaram.

E no final da minha explicação, todos aqueles que assim como eu, tem a dupla nacionalidade, vai se sentir duplamente orgulhoso e emocionado!

A CRIAÇÃO DA FEB NO BRASIL

FEB significa Força Expedicionária Brasileira e foi criada durante a segunda guerra mundial, depois que o Brasil teve diversos navios mercantes destruídos na sua costa. Isso levou a uma grande comoção popular no pais, levando milhares de pessoas a sairem nas ruas (sim, caros amigos, isso já aconteceu no Brasil, pena que num passado longínquo) pedindo que o Brasil revidasse.

E foi então que, sob o governo de Getúlio Vargas, foi constituído um enorme batalhão de soldados – mais precisamente 25.334 combatentes de todas as partes do Brasil – e que seria conhecido como Força Expedicionária Brasileira.

Após a criação da FEB o povo foi a loucura. Minha nonna, que na época vivia na pequena cidade de Lucélia no interior de SP, conta que todo o povo da cidade foi até a praça principal dar adeus aos “pracinhas” – como eram carinhosamente chamados os soldados expedicionários – desejando que eles voltassem sãos e salvos.

O mais impressionante é que minha nonna, enquanto era viva, já com seus mais de 80 anos, lembrava da letra da canção do expedicionário, música que ela não ouvia há mais de 60 anos! Abaixo o vídeo da canção, segurem a emoção:

Claro que a nonna não se lembra de toda a letra, mas cantou o refrão direitinho:

Por mais terra que eu percorra

não permita Deus que eu morra

sem que eu volte para lá;

sem que eu leve por divisa

este V que simboliza

a vitória que virá!

A GUERRA NA ITALIA

Não sou especialista em guerra e nem pretendo ser, por isso vou passar um resumo que vai fazer com que todos vocês, que assim como eu são leigos e não tem interesse em se aprofundar no assunto, possam entender o contexto e porque a FEB foi tão importante para a Italia na segunda guerra, então vamos lá:

Tudo começou com uma tal linha de trincheiras, minas, fortificações, bunkers e mais um monte de armadilhas que os alemães traçaram de um lado a outro da Italia – mais precisamente na altura da cidade de Viareggio até a cidade de Pesaro.

Porém não era uma linha reta, mas sim uma linha que aproveitava os elementos naturais do terreno, principalmente dos montes, vales, rios, etc.

A esta linha foi dado o nome pelos alemães de Linha Gótica.

A importância desta linha era retardar e impedir o avanço das tropas aliadas ao norte da Italia e consequentemente chegarem a Alemanha nazista. Vejam na imagem abaixo, a linha gótica em vermelho, enquanto os aliados se posicionaram naquela azul:

Então, o objetivo principal dos aliados era exatamente “quebrar” esta linha, fazendo com que as tropas pudessem passar, marchar ao norte e por fim conquistar de uma vez por todas a rendição alemã.

O ROTEIRO DA FEB NA ITALIA

E dentre todos os paises que a FEB poderia ser enviada, foi exatamente aqui, caros leitores, que eles vieram parar!

Desembarcaram em setembro de 1944 no porto de Napoli e de lá seguiram até uma pequena cidade na província de Livorno, chamada Vada.

Dali seguiram por terra até as proximidades da linha azul do mapa acima, e tão logo chegaram na cidade de Pisa, onde substituiram um batalhão americano, já foram trabalhar e poucos dias após a chegada dos nossos heróis, libertaram da mão inimiga as cidades toscanas de:

  • Massarosa
  • Camaiore
  • Borgo e Mozzano
  • Gallicano
  • Barga

Além destas cidades principais, muitas outras localidades vizinhas também foram liberadas pelos pracinhas, como por exemplo o Monte Prana que fica próximo a Camaiore.

E vejam que coisa maravilhosa: num dos dias de folga, vários soldados andaram até a cidade de Pisa (cerca de 4 quilometros), entraram na catedral do Duomo – que fica na mesma praça da torre pendente – e ali, juntos cantaram o Hino Nacional Brasileiro.

Abaixo vocês podem escutar o áudio original do dia 29/10/1944 do evento, e prestem atenção no barulho de duas bombas que caem próximo ao local durante o canto:

Dali, os pracinhas montaram acampamento em Staffoli – exatamente no local que vocês puderam acompanhar as fotos do último artigo que eu escrevi – pois a meta dos pracinhas agora era outra: liberar um monte que ficava entre Pistoia e Bologna e que era fundamental para a vitória dos aliados.

E não foi fácil: imaginem que o inverno entre 1944 e 1945 foi um dos mais intensos da história da Italia, com temperaturas que chegaram a -20 graus.

Agora imaginem vocês, todo aquele mundo de brasileiros, saídos do calor dos trópicos, vendo neve pela primeira vez na vida e pior: tendo que lutar contra dois inimigos: o alemão e o frio!

Foram três tentativas de tomar o monte até que na quarta vez, com a ajuda dos pilotos de caças da FAB – os famosos “Senta a Pua“, a Força Expedicionária Brasileira viria a tomar finalmente aquele monte e que todos nós, mais tarde, estudaríamos nas nossas aulas de história sobre aquele episódio, conhecido com a Batalha de Monte Castelo.

Depois da grande façanha da tomada do Monte Castello, a FEB ainda participaria da expedição da conquista de Porreta Terme, Castelnuovo, Zocca, Tole, Fornovo, Collecchio, mas foi na cidade de Montese a grande vitória, mas também a grande perda de soldados durante todo o conflito.

MONTESE

A cidade de Montese já não fica mais na Toscana, mas sim na Emilia Romagna, próxima a Modena.

Foi tão difícil quanto a tomada de Monte Castello, porque a luta não foi travada na selva, como as outras – desta vez o inimigo estava ocupando a cidade, repleta de homens, mulheres e crianças, o que tornava tudo muito mais complicado.

Monumento em homenagem a FEB no Corso Brasile, em Montese

OS HERÓIS QUE TOMBARAM DEFENDENDO A LIBERDADE

Todos os estados brasileiros estavam representados na FEB e infelizmente todos – com exceção do Maranhão – tiveram dentre as baixas um representante:

São Paulo chorou a morte de 92 cidadãos, Minas perdeu 80, o Rio de Janeiro teve 63 mortos, o então Distrito Federal perdeu 50 cariocas, 29 paranaenses, 28 catarinenses, 21 gaúchos, 17 goianos, 13 pernambucanos, 12 capixabas, 11 baianos, 6 cearenses, 6 paraibanos, 6 riograndenses do norte, 6 sergipanos, 5 alagoanos, 4 paranaenses, 2 piauienses, 1 acreano e 1 amazonense.

MONUMENTO VOTIVO MILITAR BRASILEIRO EM PISTOIA

Durante muitos anos, os pracinhas mortos em combate permaneceram enterrados na cidade de Pistoia, que fica entre Firenze e Pisa.

Em 1960 os corpos foram trasladados ao Brasil e no local do cemitério foi erguido um enorme monumento, chamado Monumento Votivo Militar Brasileiro que eu tive a honra de conhecer em 2010, quando escrevi o artigo em homenagem a FEB, que vocês podem ler clicando aqui – inclusive vocês podem ver o video que eu fiz quando estive lá, completamente emocionado!

LANÇAMENTO DO SITE E DA MOSTRA MUSEU DO MONUMENTO MILITAR BRASILEIRO

No dia em que fui a Staffoli, conheci o adido militar brasileiro e também a sua esposa, que gentilmente me convidaram para outro evento que aconteceria naquele mesmo dia, desta vez na cidade de Pistoia – exatamente no Monumento Votivo. O motivo da cerimonia eram dois:

  1. Inauguração do site do monumento
  2. Inauguração da Mostra Museu do Monumento Votivo

Imaginem se eu não fiquei feliz e honrado com aquele convite!

Chegando lá, antes destas inaugurações, tive o prazer de conhecer também o Mario Pereira – que é o responsável pelo monumento.

O Mauro é filho do pracinha brasileiro Miguel Pereira, que após o término da guerra, permaneceu na Italia, se casou e dedicou toda sua vida aqui a recuperar os corpos dos militares dispersos e ao monumento. pós a sua morte em 2003, o Mario assumiu o seu posto como guardião do monumento.

Mario Pereira recebendo uma condecoração

Além disso, tive a oportunidade de conversar e conhecer pessoas maravilhosas, que me contaram várias situações da guerra, vários relatos e também vários projetos.

Uma destas pessoas é o Gen. Marcio Rosendo de Melo, presidente da ANVFEB no Rio de Janeiro, que me contou histórias maravilhosas sobre os nossos heróis, além de ser uma pessoa sensacional:

Gen. Div. R/1 Marcio a direita

Presentes na cerimonia também o General Márcio Tadeu Bergo e sua esposa Cristina, ele militar, escritor e historiador, que em breve vai nos conceder a honra de um novo livro sobre a bravura de nossos heróis da FEB.

Além, claro da presença das nossas mais altas autoridades da Embaixada Brasileira em Roma:

O SITE DO MONUMENTO NO AR

Após o hasteamento da bandeira brasileira e a série de condecorações, nos dirigimos a sede do museu que fica no fundo do monumento, onde foi oficialmente ao ar o site do monumento, que pode ser acessado clicando AQUI (www.adiexitalia.org).

E claro que eu consegui a foto deste momento histórico, quando a Sra. Elaine, esposa do adido do exército brasileiro teve a honra de dar o ‘clique inicial’ vejam:

O responsável pelo site do monumento é a Aditancia do Exército na Itália e alimentada com informações do adido e staff, tendo sido desenvolvida pela webdesigner e jornalista Ana Beatriz Altimari Olivati, que vocês podem saber mais do trabalho dela aqui na Italia clicando aqui.

E TAMBÉM REGISTRAMOS A INAUGURAÇÃO DO MUSEU

E lá estávamos nós também marcando presença, quando a senhora Giulianna, mãe do Mario Pereira cortou a fita, inaugurando oficialmente o museu do Monumento Votivo Militar em Pistoia:

Vocês precisam ver a quantidade de itens sobre a excursão da FEB aqui na Italia que o Mario conseguiu organizar, abaixo mostro algumas fotos só pra deixá-los com bastante vontade de vir conhecer rsrsrs

E claro que eu não poderia deixar de postar a foto com o adido do Exército Brasileiro aqui na Italia, o Cel. Fant. João Denison Maia Correia, junto com o site do monumento no ar:

A LUTA PESSOAL DO SAGA NA PRESERVAÇÃO DA HISTÓRIA DOS PRACINHAS DA FEB

Certa vez uma de nossas clientes, Teresinha Del Fiorentino que além de historiadora, também é escritora (adoramos clientes chiques e famosos rs), nos disse que quando esteve em Londres visitando sua sobrinha, permaneceu durante várias horas no Museu dedicado a Segunda Guerra Mundial.

Conheceu várias histórias dos horrores daquela guerra e, mesmo atordoada com tamanha crueldade que o homem foi capaz, nos disse algo que nos marcou profundamente.

Nos pediu que quando pudéssemos visitar não necessariamente aquele, mas qualquer outro museu voltado a guerra que o fizéssemos, pois não podemos jamais deixar cair no esquecimento tudo aquilo que aconteceu, pois talvez desta forma, possamos evitar que tudo aquilo se repita novamente!

Além disso, infelizmente muitos brasileiros não tem a menor ideia do que é a FEB – confesso que nem eu sabia!

A primeira vez que visitei o monumento em Pistoia foi completamente ao acaso, ouvi falar que um bando de soldados brasileiros tinham vindo para a Italia e que morreram durante a guerra.

Lembro de ter pensado:

Cosa? Brasileiro aqui na Italia? Pra que? Fazendo o que aqui? Ahhh, talvez eles eram como nós, duplos cidadãos e estavam aqui defendendo o pais que também era deles…

Não, queridos leitores, eles não eram cidadãos italianos – alguns claro também eram descendentes – mas a maioria daqueles mais de 25.000 soldados não tinham nenhuma ligação com a Italia, sequer sabiam que iriam parar aqui antes de embarcar nos navios que os trouxeram ao porto de Napoli.

Muitos simplesmente eram voluntários, pessoas como eu e vocês, que não se conformavam com o que estava acontecendo com o mundo naquele momento e queriam fazer algo para mudar aquilo.

Quem sabe tentar mudar o próprio Brasil, que também estava sob uma ditadura parecida com aquela nazi-facista, de Getúlio Vargas.

E se apresentaram, deixaram suas famílias e vieram a luta.

Uma luta que sequer era deles!

Aqui passaram fome, frio, medo e tantas outras coisas que eu e vocês jamais poderemos sequer tentar imaginar. E vieram desacreditados, como a famosa passagem que depois viria a ser a principal propaganda da FEB, quando diziam que “era mais fácil uma cobra fumar do que a Força Expedicionária ir para a guerra“.

Mas a cobra fumou, chegou aqui, libertou cidades, ajudou crianças, idosos, e ganhou o respeito de várias pessoas.

Dos comandantes americanos que no final da guerra condecoraram os soldados brasileiros.

Dos próprios alemães, que se renderam aos nossos soldados, alias sabem quantos soldados alemães se renderam aos nossos gloriosos pracinhas brasileiros? 20.753 prisioneiros!!!

EMOÇÃO DUPLA

Por tudo isso, acho que devemos manter viva a história dos nossos heróis – e vocês não tem ideia da emoção que eu senti quando vi vários italianos declarando o seu agradecimento aos heróis da FEB: de um lado, meu coração italiano agradecia aquelas pessoas por terem vindo até aqui, liberado várias cidades e contribuído para que a guerra acabasse.

Porca miséria, por outro lado, meu coração brasileiro chorava de emoção porque aquelas pessoas saíram do MEU país para vir pra cá.

A imensa maioria daqueles que seguem este site / blog é porque são descendentes de italianos, o que significa que também tem o direito de sentir essa dupla emoção!

CONCLUSÃO

Sei que sou apenas um, e que talvez não faça nenhuma diferença no mundo, porém se cada leitor deste pequeno espaço dedicar um pouco do seu tempo a estudar sobre a FEB, a ensinar as suas crianças sobre os feitos destes heróis, se puderem visitar a associação dos ex-combatentes que ainda são vivos, se fizer um minuto de silêncio em um dos milhares de monumentos que existem em homenagem a eles em todo o Brasil ou simplesmente repassar este texto a um amigo ou conhecido, pode ser até para parecer cool, tipo: “quando estiver na Italia faço questão de ir ao monumento votivo em Pistoia prestar minha homenagem ao soldado brasileiro desconhecido, que ali repousa” – na verdade não importa o gesto, mas sim mantermos viva a memória destas pessoas, pois parafraseando a professora Teresinha: “jamais deixemos cair no esquecimento que 25.334 heróis – dentre estes 443 que tombaram em solo italiano – lutaram bravamente, e com a ajuda deles, a liberdade e a democracia saíram vitoriosas.”

Um grande abraço a todos e proponho um minuto de silêncio em homenagem aos nossos bravos heróis…

13 Comentários


  1. Grandioso Fabio! Tão feliz fiquei de encontrar a história do seu percurso discorrida aqui nessa página, que a guardei nos meus favoritos para rever e repassar sempre que puder. Simplesmente sensacional o seu relato! Estive em Pistóia em 2015 com a minha família. Infelizmente o Mario estava no Brasil, mas acabei por viver grandes emoções diante do monumento, passando horas ali imaginando como teriam sido os dias dos nossos heróis (até tive a sensação de ouvir tiros!). E claro, acima de tudo, porque tenho o grande orgulho do meu pai ter participado desse momento triste e histórico. Ao tratar com o Mario por mensagens, tive dele a demanda por materiais de registro da participação do meu pai na guerra para depositar no museu e, especialmente, porque ele foi um dos feridos na batalha de Monte Castello que foi levado para tratamento nos EUA. Felizmente a lesão “só” ocasionou a perda da perna. Nos relatos dele em carta sempre dizia isso, já que muitos outros parceiros tiveram consequências muito piores. Assim sendo, na próxima semana terei a honra de estar lá, com o material que preparei para entregar em mãos e ainda tendo a honra de participar do evento no monumento. O seu relato foi maravilhoso para me orientar e prever a emoção, já que terei 2 dias para circular pela região, seguindo um pouco da rota que você referiu. Parabéns pela mensagem e pela ajuda em manter viva a história dos nossos heróis! Um grande abraço…

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    1. GOSTARIA DE ESCREVER ETERNAMENTE OBRIGADO CARISSIMOJOVEM JORNALISTA ESCRITOR BRASILEIROITALIANO SER ANTES DE TUDO…ME EMOCIONEI FIQUEI NÃO UM DOIS MINUTOS …MEU MUITOOLBRIGADO VOU DIVULGAREM MINHA CIDADE….BRAVO FABIO…SAUDE SUCESSO…MUITO OBRIGADO

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  2. Fábio, Parabéns pelo seu site. Foi um deleite ler as suas palavras!
    Adoro conhecer a nossa história e a de outros também. É essencial mantermos viva a memória . Grande atitude dessas pessoas que não se conformavam com o que estava acontecendo com o mundo naquele momento e queriam fazer algo para mudar aquilo. Precisamos de mais pracinhas no mundo. Grande abraço.

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  3. Parabens pelo seu site. Grata por divulgar essa historia tao importante para o nosso Pais. Tive um tio que foi para Italia e felizmente retornou vivo. Descendente de italianos (seus pais e consequentemente meus avos), lutou bravamente representando nosso Brasil e defendendo a terra de onde seus pais sairam. Adoro historia e foi um deleite ler as suas palavras! Muito grata por seu trabalho!

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  4. Estive em junho/2013 visitando o monumento em Pistóia, Monte Castelo e Porreta Term, foi emocionante também sou amante da história desses bravos pracinhas que fizeram a história desse fato se perpetuar. Ainda hoje 07/09/2013 fui assistir o desfile onde desfilou um pracinha com 94 anos pai de um grande amigo meu Mário Ferroni que mora em Cascavel Pr.
    Celso Bevilacqua. E-mail ( [email protected])

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  5. fabio saga, meu nome é Vanda Menegaz, sou filha de ex febiano casado c/minha mãe italiana nascida em Staffoli. Vou todos os anos por lá. Adorei descobrir voce no seu artigo participando da cerimõnia………Sou muito amiga do Mario Pereira Eu meu marido e filhos somos orgulhosos do meu pai militar já falecido e da minha mãe stffolesa. Minha familia italiana está toda por lá. Gostaria muiito de manter contato com voce VANDA MENEGAZ

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  6. É sempre bom relembrar e aprender com este fato histórico. Muito bom o post! (:

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