Cidadania italiana por eleição

Ciao a tutti

Hoje trago um vídeo para explicar a todos o que anda acontecendo com a tal cidadania por eleição. Resolvi falar sobre isso, pois recentemente houve uma mudança bastante significativa na interpretação de alguns comunes e consulados sobre isso, pois antigamente, quando não havia o casamento civil entre os pais, bastava que o declarante fosse ao cartório junto com o pai que lhe transmite a cidadania e aquele documento era suficiente para obter o reconhecimento da cidadania aqui na Italia.

Atualmente, um dos consulados italianos no Brasil solicitou formalmente ao ministero em Roma a posição deles sobre este assunto, alegando que qualquer tipo de reconhecimento feito na maioridade, sem o casamento dos pais, exige a eleição da cidadania italiana.

A resposta do ministero é que a interpretação consular está correta e mais – para efetuar a eleição, é imprescindível que o genitor já tenha obtido a cidadania italiana!

È fundamental que vocês assistam primeiro o vídeo anterior, para poder entender o atual, portanto segue em ordem os vídeos:

PRIMEIRO VIDEO

http://youtu.be/owsTyguT3X0

NOVO VÍDEO

  • Licurgo Baldi

    Fábio, meu caso é de eleição de cidadania. Como o exemplo da moça no vídeo. Minha mãe já possui cidadania. Gostaria de contratar seus serviços na itália. Seria muito grato se entrasse em contato comigo. (027) 99966-7700 / 99700-3297. Email. licuergo@hotmail.com

    • Olá Licurgo agradeço o contato mas no momento não estamos aceitando novos casos de consultoria presencial. Abraços

  • Adriana Gianni

    Oi Fabio, Boa Tarde, Minha mãe que me transmite a cidadania e foi casado civilmente com meu pai na minha maioridade, ela não fez o processo de cidadania e já é falecida, na certidão de casamento dela q foi em 1985 consta o nome e idade de todos os filhos do casal. Como fica minha situação neste caso? Muito obrigada, aguardo resposta. Abraços.

  • Irinete bergamin

    Fábio, nesse vídeo CV diz que o processo da Itália acontece diferente do Brasil. Então vc quer dizer que eu fazendo meu processo no Brasil eu tenho chance? Lembrando que meu pai não me declarou e não era casado com minha mãe e os dois são falecidos hoje. Explica me melhor.

  • Patricia

    Olá Fabio Primeiramente queria dizer que seu canal é mt legal …
    Vi mts videos seus e estava muito entusiasmada em tentar tirar o passaporte… mas vendo esses dois vídeos fiquei com mts duvidas se peço a cidadania ou não;
    Por que o meu caso é bem complexo e não sei se vale a pena fazer ou deixo para lá.
    Vamos lá, tenho 25 e sou filha fora do casamento, meu pai não me registrou, só tenho o nome da minha mãe na minha certidão. por que ele inclusive é casado com outra mulher e tem uma família… Apesar de conhecê-lo, nunca fomos próximos…
    Ele é filho de italiano, com esse meu interesse de obter a dupla cidadania ele se propôs a me registrar; para que assim eu conseguisse tirar.
    Ele teria que já ter a cidadania não é isso?
    Ou pelo fato de ser filha bastarda não registrada eu não tenho direito? Sinceramente eu fiquei um pouco confusa…
    Obrigada e enorme beijo

  • Andre Mendes

    Ola Fabio, me ajuda por favor. Preciso demais de uma ajuda pois ja tenho todos os documentos e so agora notei o seguinte:
    En 1957 quando minha mae nasceu meus avos so casaram na igreja e nao o fizeram no civil. Quem passa a cidadania no meu caso e minha avó e quem declarou minha mae foi meu avô. Eles so foram casar em 2001 no civil mas hj minha avó e falecida. Consta em obito tambem que ela deixou 5 filhos dos quais minha mae esta incluida nesses numeros. Perdi o direito da cidadania por esse fato?

  • Lais Trindade

    Oi Fábio boa tarde!!!

    Se possível, por favor me ajude a tirar algumas dúvidas referente a eleição, primeiro vamos aos FATOS:
    – meu marido tem descendência italiana através do trisavô dele – bisavô – avó – mãe dele nascida depois de 1948;
    – a mãe transmite a cidadania, mas o pai dele foi o declarante na certidão de nascimento, e ELES NÃO FORAM CASADOS;
    – O processo terá que ser por ELEIÇÃO de cidadania;
    – A mãe dele tem que reconhecer a cidadania dela primeiro, depois fazer a escritura pública (ele tem que estar presente no ato da escritura) e ele tem que dar entrada no processo de eleição antes de completar 1 ano da data da escritura;

    Muito bem, agora as DÚVIDAS:

    – se der a entrada na eleição aqui no Brasil, quanto tempo leva para sair a cidadania dele?
    – se der a entrada na Itália, tem que ser no mesmo comune que a mãe dele reconheceu a dela, ou pode ser outro qualquer?
    – os documentos que precisa levar para a eleição são: certidão de nascimento dele, escritura pública, identidade italiana dela, certidão de nascimento dela transcrita na italia, todos traduzidos e apostilados (menos os docs italianos)?

    Desde já agradeço muito!!!

  • Anna Carla Tomazelli

    Olá Fábio!! Então o procedimento é ir até o comune com os documentos: certidão de nascimento traduzida e apostilada, escritura pública de reconhecimento de paternidade traduzida e apostilada, cópia do documento italiano do pai, os 200 euros e solicitar o reconhecimento de cidadania por eleição. Qualquer comune faz (teria alguma indicação)? Precisa preencher alguma solicitação? Precisa fazer residência?
    Obrigada!!

    • Olá Anna, só um detalhe importante: não é chegar em qualquer comune, você precisa ser residente no comune onde vai dar entrada, ok? Abraços

      • Vânia Tavares de Menezes

        Aproveitando a dúvida da Anna Carla, vc saberia nos dizer, por favor, onde encontrar o modelo de documento que a pessoa deve preencher e entregar no comune ou cada comune tem o seu modelo próprio? Grazie

  • Jean Augusto Val Esteves

    Ola Fabio
    Bom meu Padrasto me registrou no cartorio quando eu tinha 18 Anos …meu Tio irmao do meu Padrasto mora na Italia e é cidadao ..e meu Pai nao fez a pratica de cidadania dele …eu consigo a minha cidadania ?como eu faço ?

  • Gabriel Fonseca

    Olá Fábio.

    Eu moro na França e estava com toda a minha documentação pronta para dar entrada no processo, assim eu pensava pelo menos.

    Quem me transmite a cidadania é a minha mãe, mas meus pais não eram casados e quem me declarou no cartório foi meu pai, consequentemente o consulado italiano de Paris disse que necessito de uma declaração pública de maternidade, para que assim eu possa provar meu vínculo de filiação com ela e, por conseguinte, possuir o direito de ter a minha cidadania reconhecida.

    O problema é que a minha mãe faleceu em 2013, ou seja, por uma ironia do destino, os documentos do meu bisavô italiano, da avó e da mãe também (ambas falecidas), o problema é a minha certidão de nascimento.

    A atendente do consulado italiano de Curitiba disse que simplesmente se eu não tiver nenhum outro documento que ateste o meu vínculo materno, eu perco o direito.

    Você saberia de alguma outra opção? Terei eu mesmo que realmente contratar um advogado? Ou simplesmente perdi o direito?

    Muito obrigado.

    kauemoura@gmail.com

  • Anderson Tibolla Leal

    Olá Fabio.

    Meu caso e um pouco diferente dos demais, minha mãe tem o direito do reconhecimento a cidadania pelo Juris Sanguinis, porem ela não fez o processo de cidadania italiana e ela que transmite a cidadania para mim, porem da minha certidão de nascimento quem declarou foi meu pai, ambos não se casaram antes e muito menos depois no cartorio, eu quando tinha 17 anos e pouco, fui eu minha mãe e meu pai para fazer a escritura publica de emancipação no cartório para exercício do ato civil, e nesse documento consta dessa forma: ESCRITURA PÚBLICA DE EMANCIPAÇÃO QUE, NOME DO MEU PAI E ESPOSA NOME DA MINHA MÃE, OUTORGAM O SEU FILHO: ANDERSON TIBOLLA LEAL NA FORMA ABAIXO.
    Essa parte consta todos os dados do ato da emancipação com o nome dos outorgantes nome do meu pai e minha mãe e seus respectivos documentos que ambos comparecerem tal data perante a escrevente notaria do cartório, neste mesmo documento consta que lavrasse esta escritura de emancipação na minha certidão de nascimento.
    Gostaria de verificar com você se nesse caso como meu pai minha mãe e eu foram no cartório, sendo que eu ainda era menor de idade, e solicitando a emancipação para ato civil, esse documento prova que minha mãe declarou eu como seu filho, sendo que esse ato de emancipação foi transcrito na minha certidão de nascimento.

    Grato

    Anderson Tibolla Leal
    tibolla.leal@hotmail.com

  • Priscila Sanches

    Olá Fábio,
    Primeiramente gostaria de parabeniza-lo pelo Blog. Poderia me ajudar com uma duvida?
    Tenho um amigo que não foi criado pela mãe mas sabe-se que ela tem cidadania italiana, e de fato é verdade pois consegui ate verificar o codice fiscale dela, teria ele o direito de cidadania italiana? neste caso quais os documentos seriam necessários, como proceder?
    Fico no aguardo,

    Atenciosamente,

    Priscila Sanches

  • Pamela Vanessa Silveira

    Boa tarde Fabio, minha duvida é a seguinte,
    Minha mãe é filha de um ascendente italiano (meu bisavô e bisavó) que vieram da italia, os pais do meu avô.
    Porém minha mãe é filha fora do casamento, na certidao de nascimento dela, nao tem nome de pai, como na minha não tem de avô,
    Porem com minha vontade em ter a cidadania, consegui fazer com que minha mãe fizesse exame de DNA junto ao meus tios (filhos legitimos do meu avô) aonde o resultado deu conclusivo 99,99% (meu avô faleceu quando minha mãe tinha 5 anos) por isso o dna não foi com ele.
    Posterior a isso como todos estão de acordo , entramos na justiça para o reconhecimento da paternidade,
    Gostaria de saber se após esse processo o juiz liberando a paternidade , nos teremos direito a cidadania?!
    Desde ja agradeço.

  • José Richieri

    Boa noite Fábio !!
    Me surgiu uma dúvida a partir do seu artigo.
    Meus pais só se casaram no Civil quando eu tinha 15 anos de idade, e na minha certidão de nascimento diz que o declarante foi meus genitores ( no plural ). Ainda não tenho a Certidao em inteiro teor, mas o meu caso seria tradicional via administrativa, independente de quem declarou ? Pois até onde entendi, se eles se casaram enquanto eu era menor isso não interfere em.nada, correto ?

    Parabéns pelo blog !!

  • Grazielle Fonseca

    Olá Fabio!
    Sou filha e neta de italianos. Ocorre que meu pai faleceu 6 dias após meu nascimento, eu ainda não havia sido registrada, e diante disso, minha mãe precisou requerer judicialmente o reconhecimento de paternidade, pois eles não eram casados civilmente. Foi necessário duas testemunhas que fossem do lado dele para tal procedimento, no qual foram meu avô paterno e a primeira esposa do meu pai. Ah! E ele não se naturalizou brasileiro. Diante disso, qual o procedimento que devo seguir para conseguir minha cidadania? Tenho chances de consegui-la?
    gzv.fonseca@hotmail.com

  • wagner

    Olá Fábio. Estou caracterizado nessa questão de cidadania por eleição. Ocorre que meu processo está sendo realizado pelo consulado italiano de São Paulo. Já entreguei os documentos ( final de março / 2016 ) e a conferente informou que somente poderia ser realizado através da eleição. Porém como minha irmã e minha mãe ( pessoa que me transmite a cidadania italiana) também estão na fila de espera para ser chamada no fim de Maio /2016, ela trocou a ordem realizando aparentemente o processo da minha mãe e colocando para entregar a documentação da eleição ( Declaração Pública de Maternidade ) no fim de Maio /2016 juntamente com a documentação da minha irmã. Segundo a conferente a documentação da minha mãe estava ok, sem impedimentos para a realização da cidadania italiana, neste caso pergunto:
    – Com a sua experiência , é possível sair a cidadania via consulado de São Paulo antes de 02 meses ( no caso da minha mãe ) para que no final de maio / 2016 eu já possa realizar a eleição ?
    – Caso a resposta da pergunta anterior seja negativa, há alguma problema de se fazer a declaração para entregar em maio/2016 enquanto o processo de reconhecimento da minha mãe está tramitando ? Ou seja após ela ser reconhecida com os documentos de declaração já entregues , neste caso a partir de maio /2016, minha eleição ocorria imediatamente ou ainda haveria nova análise e com isso corro o risco do prazo de 01 ano expirar ?
    – Caso ainda eu tenha realmente que esperar a eleição da minha mãe para entregar no consulado de São Paulo , em qualquer momento posso entregar o documento ou terei que pegar fila novamente, uma vez que eu já fui atendido e possuo a senha de atendimento ?

    Fico no aguardo.

    meu email : wagnerzambelli@gmail.com

  • Silvia Viana

    E a certidão de nascimento tardia através de Dna pos mortem emitida judicial? Não vale nada?

    • Este tipo de documento não contém a declaração explícita de paternidade

      • Silvia Viana

        Mas através dele será feito a certidão de nascimento tardia onde explicitamente terá o nome do pai que é italiano.

      • Silvia Viana

        Fabio, conheço uma brasileira morando em Nápolis que conseguiu exatamente assim! Exame de dna com falecido italiano,certidão de nascimento tardia que claro não tinha a declaracao pois era post mortem e a comune aceitou. Isto aconteceu em 2014.

  • Leandro Borges

    Ola Fábio! Antes de mais nada parabéns pelo seu belíssimo trabalho que Deus continue lhe abençoando sempre !!!

    Somente para mencionar Sou maior de idade, o meu caso se trata de adoção (via justiça brasileira) do meu Padrasto (cidadão Suico/italiano residente na Europa). A duvida e quanto a parte da solicitação da Eleição de cidadania na ITALIA. Minha mãe(Brasileira) devido ao casamento, possui cidadania Italiana ja ha 2-3 anos. Meu Padastro como mencionado e cidadão Italiano.

    1º Duvida : Meu Padastro precisara estar presente para que eu faca a solicitação de Eleição de cidadania, ou somente apresentar a certidão de Nascimento e Casamento(com minha mãe) deles e suficiente ? Terei que apresentar também a certidão de Nascimento da minha mãe ?
    2º Duvida : Para Eleição de cidadania se não entendi errado você mencionou no video que também devo constituir endereço na Italia, estou certo ? So mais uma coisa você disse no video ” O dia seguinte apos você solicitar sua eleição de cidadania, você já passa a ser cidadão italiano” Entendi isso corretamente ? neste meu caso não e necessário aguardar o processo de ” Nao renuncia junto a embaixadas” ?

    Mais uma vez muitíssimo obrigado !

    • Olá Leandro

      Seu pai não precisa estar presente não, basta apresentar os documentos dele. Em relação à residência, com certeza ela é necessária, até porque sem que você seja residente, não tem absolutamente nenhum direito em terras italianas.

      E você entendeu sim corretamente rs Processos de eleição não necessitam da non rinuncia, basta apresentar os documentos, pagar a taxa de 200 euros e no dia seguinte já buscar os documentos 🙂

      Abraços

  • Edinéia Tocchio Viggiani

    Ciao Fábio

    Bom meu caso não é exatamente assim, mas tenho uma dúvida que não encontro a resposta…
    Meus pais são casados legalmente desde de sempre e eu nasci desse casamento, meu pai já é cidadão italiano desde 2005 e minha mãe se tornou automaticamente, bom nesse caso como eu fico? Sou maior e tenho algumas dúvidas em relação a documentações a serem apresentadas.
    Se é a partir de meu pai ou tenho que começar o processo todo novamente desde meu bisavô e se é necessário entrar na fila para o reconhecimento, sei que não precisaria se eu fosse menor, mas como não sou, fiquei na dúvida e não encontrei a resposta
    Ficaria muito grata se pudesse me responder.
    Abraço

  • Bruna Beatriz Zampieri

    Fabio, e no caso de reconhecimento por via jurídica??? A sentença se deu na menoridade porém a certidão se deu após a maioridade, como proceder?

  • Moura Miguel

    Boa noite fabio, no meu caso sou filho de italiano nato , porem meu pai só me registrou quando eu tinha 18 anos, na minha certidão está meu avô como declarante , e ele só casou no civil com minha mãe 3 meses depois , tenho 1 irmão também que nasceu quando era menor de idade mesmo pai e mesma mãe , me da uma ajuda por gentileza

    • Olá Miguel sendo declarando na maioridade, seu caso é de eleição de cidadania, conforme as instruções deste artigo, ok? Abraços

  • Vanderlei Chicarelli

    Boa tarde Fábio, parabéns pelo trabalho! Tenho acompanhado um bom tempo, assistindo o vídeo 1 e depois este ainda não consegui sanar minha dúvida… No meu caso minha mãe não foi casada com meu pai (ele quem transmite a cidadania) e quem foi declarante foi minha mãe, porém dois anos após meu registro meu pai reconheceu como filho fazendo um (reconhecimento de paternidade) e passando a constar o nome dele no meu registro(averbação).
    * não há casamento
    *minha mãe foi a declarante
    *meu pai reconheceu como filho 2 anos depois do meu registro
    * tenho o reconhecimento de paternidade.(menoridade)
    Entendo que com isso seja feito o processo por filiação e não por eleição, certo? Ou estou equivocado? Desde já agradeço sua atenção. Obrigado

  • Samanta G.

    Oi Fábio! Obrigada por todas as informações, foram muito valiosas.

    Estou na mesma situação: meus pais não são casados e meu pai foi o declarante na minha certidão (minha mãe é a descendente).

    Pelo que li nos comentários então mesmo que os meus pais se casassem hoje a certidão não seria válida, pois já sou maior de idade. É isso mesmo?
    Minha única solução seria minha mãe obter a cidadania antes, então?

    Obrigada pela ajuda!

    • Olá Samanta isso mesmo, a legitimação do filho através do casamento civil dos pais, se dá apenas quando este filho é menor. Abraços

  • Elvys Scotti

    Olá Fábio tudo bem?
    Minha dúvida é a seguinte:
    Minha mãe nasceu em 1966 e foi registrada somente em 1968, depois de meus avós se casarem. Na certidão de nascimento da minha mãe consta como minha vó a declarante (meu avô é quem passa a cidadania), mas os dois sendo casados (se casaram um mês antes de efetuarem o registro dela).
    Ela é considerada Jures Sanguinis pelo registro dela ter sido feito após o casamento do dois?

    Agradeço pela ajuda.

    • Olá Elvys no seu caso o direito é sim por filiação, pois os pais se casaram quando o filho ainda era menor, e isso o legitimou, fique tranquilo! Abraços

      • Elvys Scotti

        Valeu. Obrigado Fabio pela ajuda.

      • Rodrigo

        Olá Fabio, parabéns pelo trabalho. Você poderia indicar onde encontro a referência para essa lei que filhos menores são legitimados quando os pais se casam no civil? Muito obrigado.

  • Fabio Zuleger Petelin

    Parabéns pelo ótimo trabalho e pela simpatia meu xará!!!
    Fiz uma pergunta em um outro vídeo mas assistindo a esse acho que agora entendi o meu caso. Vou comentar apenas para poder dirimir as dúvidas de outras pessoas pois não achei nenhum comentário na internet sobre o meu caso especificamente e creio que há outros nessa mesma situação.
    Espero que me corrijam se eu estiver errado mas creio ser bem isso: os casos do vídeo acima ocorrem com aqueles que não foram legalmente casados. Já no meu caso, meus bisavós foram legalmente casados na Itália e imigraram para o Brasil e foram para as fazendas. Ocorre que meu bisavô somente registrou meu avô e um outro irmão dele quando eles já eram maiores e, nesse caso, como os bisas eram legalmente casados e meu bisavô foi o declarante das certidões, o direito permanece, correto?

    Grande abraço!!!

  • Rogerio Lopes

    Olá Fabio, acompanho seus vídeos há algum tempo,
    parabéns pelo seu trabalho, gostaria de saber sendo
    eu filho natural de Pai Brasileiro já com cidadania
    Italiana, sendo eu reconhecido depois da maior idade
    preciso juntar todas as minhas documentações até o
    Antenato de meu pai no caso meu bisavô ou posso usar
    somente os documentos de meu pai já que ele já tem cidadania?
    O processo é muito enrolado devido ser por Eleição de cidadania?

  • Patricia Braguine

    Oi Fábio,

    No meu caso, em que a minha avó (linha de transmissão direta, constante como mãe na certidão mas não declarante) morreu sem ter a cidadania reconhecida (o consulado a convocou depois de sua morte), eu não consigo tirar por essa linha, certo? Ou posso entrar com um pedido de reconhecimento de maternidade post mortem( assim como existe o paternidade post mortem)?

    • Fabio Barbiero

      Olá Patrícia tudo bem?

      Você pode sim dar entrada normalmente na sua cidadania, não é necessário que nenhum de nossos ascendentes a tenha antes de nós. Abraços

      • Patricia Braguine

        Fábio, desculpe mas esquecí de mencionar o “DETALHE”, a minha avó não era casada com o meu avô. Ele aparece como filho ilegítimo na certidão (por parte de pai, não por parte de mãe). Obrigada, Patrícia

  • Leonardo

    Ola Saga,
    Em breve eu e minha esposa iniciaremos a nossa própria saga, ou melhor já iniciamos ehehehe, tenho duas dúvidas, tentei esclarecer vendo o vídeo e lendo os comentários mas não tive sucesso.
    É uma dúvida que pode ser muito idiota mas que sou obrigado a perguntar, pois pode mudar um pouco nossa estratégia. No caso de filho natural declarado inicialmente pela mãe e tardiamente ainda MENOR DE IDADE registrado pai (descendente de Italiano), mesmo sem o casamento dos pais, este filho mantém o processo de cidadania Juris Sanguinis?
    Agora sim a pergunta que parece ser sem noção mas é importante esclarecer, o termo MENOR DE IDADE é aos 18 anos ou 21 anos?

    • Fabio Barbiero

      Olá Leonardo

      A maioridade na Italia é aos 18 anos. Em relação à pergunta, tecnicamente o reconhecimento do genitor italiano na minoridade do filho comporta a transmissão da cidadania, todavia não é possível responder esta pergunta sem uma análise criteriosa dos documentos, pois a mesma legislação tem alguns itens a serem considerados, como por exemplo a anuência do filho maior de 14 anos a este reconhecimento paterno. Se este reconhecimento foi feito aqui na Italia, não há dúvidas da transmissão, se foi feito no exterior, é importante que ele tenha sido feito de acordo com as regras italianas (coisa difícil), caso contrário pode ser que o direito não exista. Abraços

  • alex

    Fábio,
    acho que muitos estão na mesma situação
    e dúvida que eu tenho;
    deixa eu tentar explicar melhor o caso:

    -fui registrado apenas pela minha mãe, nessa data meus pais ainda não eram casados;
    -ainda quando eu era menor meus pais casaram e fui legitimado
    (tendo a averbação da minha certidão de nascimento);
    -a cidadania é pelo lado paterno.

    seria caso juris sanguinis ou por eleição de cidadania ?
    muito obrigado pela atenção !
    grazie

    • Fabio Barbiero

      Olá Alex

      É impossível orientar sobre a forma de transmissão da cidadania sem verificar os documentos. Me baseando apenas no seu relato, poderia dizer que se trata de cidadania iure sanguinis porque o casamento dos pais na minoridade do filho, o legitima, conforme a legislação italiana cita.

  • Luciana Maciel

    Oi Fábio te enviei um emai uns dias atrás, mas acredito que você receba muitos emails e deve ser complicado responder a todos, o meu caso talvez possa a judar alguém no futuro. Tive reconhecimento de paternidade pos mortem, através de sentença judicial em novembro do ano passado, no caso meunpai nasceu na Itália, esse seu vídeo me ajudou a entender melhor como eu posso solicitar a cidadania italiana, mas me resta uma dúvida, eu começo a contar o prazo de um ano a partir da data da sentença ou do trânsito em julgado, outra dúvida eu tenho que apresentar cópias do processo ou somente a sentença e o trânsito em julgado.

    • Fabio Barbiero

      Olá Luciana

      Seu caso é extremamente particular, portanto sugiro que leve seus documentos para análise junto ao consulado, pois dependendo da forma como o processo se desenrolou, pode ou não ser possível o reconhecimento, ok? Abraços

      • Luciana Maciel

        Oi Fábio, de repente pode ser útil a informação para outras pessoas, é possível sim a cidadania, já fiz até a documentação fui ao consulado e ficou faltando apenas um documento que já estou providenciando, mas as informações sobre eleição de cidadania na Itália são poucas.

  • Mariah Bomfim

    Olá Fabio!
    O meu caso é um pouco mais complicado, pois no momento do meu registro meus pais não eram casados (eles vivam juntos e o meu pai declarou o meu nascimento).
    Aqui em casa já conseguimos o reconhecimento da cidadania da minha mãe, tios e primos, tanto que minha mãe já tem em mãos a carta da cidadania.
    O detalhe é que os meus pais se casaram civilmente enquanto eu ainda era menor, porém após eu completar a maioridade eles se divorciaram. No patronato italiano de São Paulo nos orientaram a fazer o reconhecimento de maternidade por meio de escritura pública (o que faremos hoje) e após agendarmos o reconhecimento por eleição.
    Assistindo ao seu vídeo eu tive uma dúvida, será realmente necessário o reconhecimento de maternidade? Pois teoricamente com o casamento civil dos meus pais eu me tornei filha legítima, certo?
    Bom, outra dúvida que temos aqui é com relação a este agendamento. Já tentamos diversas vezes contato com o Consulado Italiano e com o Patronato, porém não recebemos uma informação certa.
    Como faremos este agendamento? Seria por telefone ou pessoalmente no consulado para agendar? E este agendamento costuma ter prazo inferior a uma ano (pois este é o tempo de validade da escritura de reconhecimento de maternidade).
    A cada e-mail que enviamos recebemos uma informação desencontrada, por isso a dúvida.
    Obrigada pela ajuda!
    Mariah.

  • Rodrigo Carvalho Elizeu

    Olá Fábio! Tudo bem?

    Eu assisti o vídeo e li os artigos que falam sobre eleição de cidadania, mas teve uma coisa que ainda não ficou clara para mim (não sei se de repente foi falado mas me passou despercebido).
    O meu caso é de eleição, pois minha mãe (descendente de italianos) não é casada e o declarante foi meu pai. Eu queria saber se após o reconhecimento de cidadania da minha mãe, o pedido de eleição tem que ser feito obrigatoriamente na Itália, se sim, minha mãe deve estar junto/ser residente no momento do pedido de eleição? Caso contrário, o prazo pelo consulado seria o mesmo do de reconhecimento de cidadania?

    Pergunto porque, caso ela tenha que estar junto no pedido de eleição, não seria viável esperar o reconhecimento dela para depois ela me reconhecer como filho dela aqui no Brasil e voltarmos para a Itália. Ao mesmo tempo, tenho medo de fazer o reconhecimento de maternidade com ela antes e dar algum problema no processo de reconhecimento e perder o prazo de 1 ano.

    Obrigado!

    • Olá Rodrigo, após a sua mãe ser reconhecida, não há necessidade da presença física dela não, apenas da fotocópia da carta di identità italiana dela. Abs

      • Rodrigo Carvalho Elizeu

        Obrigado Fábio!

  • Rodrigo

    Olá Fábio, tudo bem? Para reconhecer minha cidadania italiana eu cai nesse caso da cidadania por eleição. Por isso, a minha dúvida é a seguinte, o processo de reconhecimento da cidadania por eleição é muito demorado? Pretendo levar a minha mãe junto comigo para Itália em setembro para fazer o reconhecimento dela e depois eleger a minha. Eu fiz a minha escritura de maternidade agora em Junho e consegui agendar a legalização dos documentos no consulado agora em Julho. Você acha que daria tempo reconhecer a cidadania dela e depois a minha dentro do prazo de 1 ano por causa da minha escritura de maternidade?
    Gratidão

    • Olá Rodrigo, depois que ela for reconhecida, você poderá apresentar a eleição já no dia seguinte ao reconhecimento. Abs

  • Carina reis

    Ola Fabio , eu ja sou de Maior na minha certidao so fui Registration Pela minha mae, Mas neu pai é italiano Como Faço Prä Fazer o reconhecimento da paternidade ai na italia.?

  • Dney Rodrigo

    Olá Fábio tudo bem com você?gostaria de um endereço de e-mail o telefone para contato,gostaria de conversar sobre minha cidadania , obrigado

    • Olá Dney, entre na nossa página de contatos e escolha o assunto – a sua mensagem chegará pra mim por email que eu a responderei, ok? Abs

  • Glaucia Penteado

    Oi, Fábio, td bem?
    Gostaria de saber se no reconhecimento da cidadania por eleição ou por jure sanguinis os direitos e deveres adquiridos são os mesmos e pelo que entendi no seu video o reconhecimento por eleição é muito rápido e fácil, se feito diretamente na Itália. É isso mesmo?
    agradeço desde já
    att

    • Sim, os direitos são os mesmos. Abs

    • Glaucia Penteado

      Oi, Fabio, estou com uma dúvida enorme, espero q vc possa me ajudar:

      Não sou casada no papel, tenho dois filhos maiores de idade e nas certidões de nascimento consta: declarante o pai. Ok. Só que eu estiava presente no registro e na certidão inteiro teor aparece todos os dados, tal e no final tendo nada mais a declarar … o declarante (assinatura do pai); a genitora (minha assinatura) ; testemunhas , e aí? rss Onde meus filhos se encaixam? Saber isso é muito importante pra mim, pois dependendo já iremos os tres para Italia ou à principio só eu. Potrebbe aiutarmi?

      • Olá Glaucia

        A legislação italiana exige que no documento conste textualmente que o genitor que transmite a cidadania tenha sido o declarante, estar apenas presente não é, segundo a legislação italiana, comprovação de transmissão de paternidade. Abs

  • Olá Fábio. Eu acompanho o Minha Saga há bastante tempo, embora eu não seja um leitor tão assíduo quanto eu gostaria… Enfim, foi apoiado no seu comprometimento com a verdade e profissionalismo, que de tempos em tempos eu consegui resgatar esperança, motivação, e o melhor, praticamente um super “treinamento” para seguir adiante com o sonho do reconhecimento da cidadania Italiana. A maneira que você contribui para com os milhares de Ítalo Brasileiros que por aqui passam é sem precedentes!! Obrigado por tudo!

    Há muito tempo eu tenho aguardado o grande dia de contatar o Minha Saga para fazer a análise dos meus documentos, (torcendo para que mesmo com a necessidade de retificação, fosse judicial ou administrativa), tudo desse certo antes da minha ida definitiva para a prática na Itália. Meu trabalho de pesquisa genealógica foi exaustivo, passando pelos estados do ES e RJ até o comune Italiano do meu antenato. E estava prestes a dar entrada no pedido de reconhecimento no consulado Italiano de BH, já que resido no estado de Minas Gerais…Apesar de ter identificado todos os cartórios que transcreveram os registros civis necessários para a prática, foi relativamente burocrático e cansativo solicitar os mesmos.

    Enfim, depois de tanta luta, venho mais uma vez desabafar e tentar renovar minhas esperanças… No meu caso, é minha Mãe quem transmite a cidadania, e a minha mãe e o meu pai não foram casados no civil durante a união que mantiveram. Na minha certidão de nascimento, percebi que apesar do nome da minha mãe constar na mesma legitimando a maternidade, há uma parte na certidão que diz que foi meu Pai quem compareceu no dia e que também foi ele quem declarou meu nascimento.

    Realmente este segundo vídeo caiu como uma bomba atômica na minha cabeça!! Estou me sentindo muito frustado, e desta vez eu temo, que meus planos de um dia ir para a Itália fazer a prática com o Minha Saga foram por água abaixo.

    Embasado pelo o que eu acredito ter entendido, eu também sou um caso de eleição, certo?

    Chora viola 🙁

    • Infelizmente no seu caso temo que sim, pois não houve o reconhecimento explícito da sua mãe no seu nascimento, conforme exige a legislação italiana. Abs

      • Mamma Mia! Que tristeza 🙁 – Obrigado pelo retorno. Sem querer contornar o que a legislação Italiana aborda quanto o assunto, no caso dos registros civis da família exigirem retificação (acredito que teremos que “corrigir” as diferentes grafias do sobrenome, datas e local de nascimento), este reconhecimento explícito de maternidade por parte da Mãe (que é quem transmite a cidadania) poderia ser inserido na minha certidão de nascimento durante um processo de retificação? Ou tal ação ainda assim não seria validada para se enquadrar ao direito iures sanguinis?

        Aproveitando a deixa, e como ficaria o caso de reconhecimento no Brasil?, digo, deveríamos dar entrada juntos no consulado (eu e minha mãe) ou apenas ela?

        Quero dizer, se for o caso de apenas minha Mãe puder dar a entrada no consulado, após a convocação para apresentação dos documentos eu deverei apresentar os meus docs também e seríamos reconhecidos juntos como cidadãos?

        Ou eu devo ficar de fora até que ela definitivamente seja reconhecida cidadã Italiana e só então eu possa fazer o Reconhecimento por Eleição? – Neste segundo caso, eu deverei entrar na fila do consulado e aguardar os vários anos também para ser reconhecido cidadão?

        Por favor Fábio, nos ajude a entender as possibilidades e os remanejamentos que devem ser feitos em detalhes para este caso de Reconhecimento por Eleição. Agradeço se no futuro próximo puder atualizar este post com mais informações e dicas.

        Muito Obrigado.

        • Alan Ceratti

          Também estou com a mesma dúvida. No caso da minha namorada a mãe dela é a que passa a descendência, porém na certidão consta o pai como declarante.

          Elas podem dar entrada no processo juntas, ou ela tem que esperar a mãe primeiro??

          • Alan, os pais foram casados?

          • Alan Ceratti

            Não foram casados. Entendo que a mãe deve obter a cidadania, mas para tradução e legalização elas podem fazer ao mesmo tempo? E quanto a estar na Itália, podem ir juntas e quando a da mãe estiver pronta ela dá entrada no processo dela?

          • Neste caso a recomendação é que a mãe só faça a declaração de maternidade a filha após ter a cidadania reconhecida, pois a filha terá um ano para eleger a cidadania, a contar da data da declaração. Inclusive isso consta no site do próprio consulado – a recomendação para esperar ao máximo. Abs

  • Thamires Vaz

    Oi, Fábio, obrigada por responder meu email e comentário.
    Meu caso é o de não ter ocorrido o casamento de meus pais e o declarante ser apenas meu pai (quem transmite é minha mãe). No video você cita a certidão de batismo que poderia ser usada. Eu encontrei a minha, o nome da minha mãe está lá. De que forma esta certidão de batismo pode ser utilizada?

  • Fabiane

    Fábio,

    Eu já estava em processo de junção dos documentos quando, infelizmente, assisti ao vídeo da cidadania por eleição. No meu caso, minha mãe seria a transmissora, porém ela não foi casada com o meu pai, sendo ele o declarante do meu nascimento. Estou hoje com 23 anos e, portanto, mesmo que minha mãe declare a maternidade, não é mais possível eu seguir em frente com o processo? Devo realmente desistir ou ainda há alguma possibilidade?

    Parabéns pelo blog e pelos vídeos!

    • Basta que sua mãe obtenha o reconhecimento da cidadania dela, em seguida a isso você poderá solicitar a sua por eleição, ok? Abs

  • Olá Douglas

    Já vi muitos casos assim, quando o documento brasileiro consta a naturalidade do italiano incorretamente, neste caso bastará retificar judicialmente o documento, para que conste a informação correta.

    Abs

  • Douglas

    Olá Fábio tudo bem? Gostaria de tirar uma dúvida um pouco diferente no caso a avó da minha esposa veio para o brasil junto com seus pais bem novinha e descobrimos que sua certidão de óbito consta que ela é natural de São paulo Brasil, ainda não temos as certidões de nascimento e casamento é possível que ela tenha se naturalizado brasileira nesse caso minha esposa perde completamente o direito à cidadania ou ainda é possível fazer através dos documentos do bisavô? Obrigado!

  • Olá Maria Celeste

    Se eles são maiores, cada um deve obter o próprio reconhecimento, entrando no final da fila – infelizmente nada pode ser feito a este respeito.

    Sobre o atto integrale, qual seria a utilização dele? Abs

    • Maria Celeste Galvani

      Olá Fábio, agradeço-lhe a tenção,
      Não sei bem para que serve. Só para constar na Itália que sou casada. Achei também que poderia ajudar no caso dos filhos que ainda vão requerer a cidadania.
      Maria Celeste
      Belo Horizonte

  • Fe Lipe

    Olá Fabio!

    Eu ja fiz o doc de maternidade a 1 ano e meio atras, porém nao fiz a cidadania ainda. Este período de 1 ano que você fala no video é apos eu fazer a cidadania? ou após este documento que ja fiz?

    Obrigado!

    • Olá Felipe

      Você tem um ano a contar da data do reconhecimento, se ultrapassar este prazo você perde o direito ao reconhecimento.

      Abs

  • Maria Celeste Galvani

    Fábio, eu tenho a minha cidadania reconhecida desde dezembro de 2009. Sou inscrita no AIRE Comune di Mirano. Na época em que iniciei minha pesquisa um advogado me orientou que eu tivesse a minha cidadania reconhecida para depois pedir a dos filhos que eram ainda adolescente. Hoje são todos adultos e até papais. A pergunta é a seguinte. Existe alguma forma de entrar com pedido de cidadania deles sem esperar pela tão demorada fila do consulado? Uma vez que eles tem um parente – mãe – isso pode ajudar?

    Outra coisa é preciso pedir Atto integralle di Matrimonio? Não sei como se faz.

    Boa noite

    Celeste

    Belo Horizonte

  • Dani

    Olá Fábio td bem?
    Seguindo suas orientações estou na busca de documentos e felizmente com sucesso. Tenho uma dúvida, todos as certidões necessitam estar em inteiro teor para o reconhecimento. Por ex. tenho a certidão de casamento original do meu avô, terei que providenciar outra em inteiro teor, uma nova cópia dela reconhecida e autenticada é válida ?
    Att.
    Daniela Schionato

    • Olá Daniela tudo bem?

      Isso mesmo, todos os documentos brasileiros devem ser solicitados novamente aos respectivos cartórios da seguinte forma:

      1 – em 2ª via original recente
      2 – no formato inteiro teor

      Abs

  • Guest

    Boa tarde Fabio

    Tenho 2 primas de 2º grau que fizeram
    cidadania italiana, como no caso utilizando o avó delas ( meu bisavô), e
    gostaria de saber se eu posso estar utilizando os mesmo documentos
    delas, partindo apenas do casamento do meu avô, pai, até chegar a mim?

    Tenho
    muitas dificuldades em falar com o pessoal do consulado de Curitiba-PR,
    gostaria de saber se e possivel realizar a cidadania em outro consulado
    de outro estado, embora sou nascido aqui no PR mesmo. Estou muito
    perdido, preenchi uma ficha no site do consulado italiano de Curitiba, e
    não me retornaram nada, nem email nem nada, não sei se ficou correto se
    não ficou… Enfim estou em grande dificuldade, ja tenho todos os
    documentos em mãos.

    Meu email é: pedrini1991@gmail.comObrigado!
    Att Vinicius Andre Pedrini

  • Vinicius Pedrini

    Boa tarde Fabio
    Tenho 2 primas de 2º grau que fizeram cidadania italiana, como no caso utilizando o avó delas ( meu bisavô), e gostaria de saber se eu posso estar utilizando os mesmo documentos delas, partindo apenas do casamento do meu avô, pai, até chegar a mim?

    Tenho muitas dificuldades em falar com o pessoal do consulado de Curitiba-PR, gostaria de saber se e possivel realizar a cidadania em outro consulado de outro estado, embora sou nascido aqui no PR mesmo. Estou muito perdido, preenchi uma ficha no site do consulado italiano de Curitiba, e não me retornaram nada, nem email nem nada, não sei se ficou correto se não ficou… Enfim estou em grande dificuldade, ja tenho todos os documentos em mãos.
    Meu email é: pedrini1991@gmail.com
    Obrigado!
    Att Vinicius Andre Pedrini

    • Olá Vinicius tudo bem?

      Os processos no Brasil demoram em média 10 anos, portanto você só vai receber a convocação para apresentação dos documentos no consulado daqui alguns anos, é normal pela quantidade de pedidos que existem no Brasil. A opção é vir a Italia fazer o reconhecimento por aqui, que demora poucos meses.

      Além disso, você só pode solicitar o seu reconhecimento no consulado italiano onde é residente.

      Não deixe de ler o Sagabook para entender melhor sobre como tudo funciona, ok? Abs

  • Gabriel Perin

    Olá, eu tenho uma dúvida sobre o reconhecimento direto da cidadania. Meus avós ambos eram italianos natos e meu pai nasceu no Brasil. No entanto, meu pai já faleceu. Sendo meu pai filho de Italianos tanto da parte de mãe como de Pai, eu poderia adquirir a cidadania de maneira direta ? Evitando assim a longa fila. ( Na certidão de nascimento do pai consta que os meus avós eram estrangeiros) ( Eu já possuo o todos os documentos até a mim)

    • Olá Gabriel

      Não existe nenhuma diferença entre filhos, netos, bisnetos, portanto a fila é a mesma para todos.

      Abs

  • regina_rais

    Ola, Fabio! Meus avós sao ambos italianos e isto consta na certidao de nascimento de minha mae. Devo primeiro reconhecer a cidadania deles, depois a de mamae, para só depois providenciar a minha e dos meus irmaos e depois nossos filhos?

    • Olá Regina

      Não precisa não, ninguém precisa obter o reconhecimento antes da gente, você pode ser a cobaia, ops, a primeira! Rs

      Abs

  • Se o casamento aconteceu enquanto o filho era menor, foi legitimado – se aconteceu quando era maior e este genitor faleceu sem reconhê-lo em vida, infelizmente não há o direito. Abs

    • Cláudia Cristina Openkoski

      Oi Fábio,

      Tenho um avô que teve o nome mudado depois que chegou ao Brasil, preciso fazer a retificação dos nomes? Qual é o procedimento?

      Obrigada.

  • Olá Augusto

    Se o genitor que transmite a cidadania italiana foi o declarante na certidão do filho, o direito permanece, mesmo que eles não tenham sido casados civilmente.

  • Augusto Petri

    Olá Fábio, tudo bem?

    Fabio tenho uma dúvida: Não sei se você lembra de mim e/ou do meu caso. Meus trisavós eram os dois italianos, eles tiveram um filho (meu bisavô) porem eles não casaram e quem declarou o registro do filho foi o meu trisavô, que é quem me passa o direito a cidadania italiana. Minha pergunta é: mesmo não existindo casamento dos meus trisavós, eu ainda tenho o direito a cidadania italiana via Jus Sanguinis?

  • Ramon Farinelli

    Olá Fabio, um esclarecimento se possível :

    Minha cidadania é passada pelo meu avô então ao meu pai e então para mim,e todos se casaram(no civil e tudo mais),porém foi a minha tia quem declarou meu nascimento e atestou que sou filho do meu pai ,porque ele já havia morrido,eu ainda tenho direito a cidadania?
    Desde Já Agradeço.

    • Olá Ramon tudo bem?

      Havendo o casamento não tem problema quem foi o declarante 😉

  • Carlos Alberto Queiroz

    Olá Fabio, gostaria de
    um esclarecimento se possível.

    Meu
    caso é o seguinte: Quem passa a cidadania para mim é

    minha
    mãe, porém o declarante na certidão de nascimento é meu pai. Eu nasci em 1957 e
    meus pais se casaram somente em 1961, quando eu tinha 4 anos. Fui registrado no cartório em 1965.
    Na certidão de casamento dos meus pais consta que eles me reconheceram como filho legítimo. Nesse caso eu tenho direito ao
    Juris Sanguinis?

    Agradeço
    sua atenção.

    • Olá Carlos

      No seu caso é tranquilo, pois os pais se casaram quando você ainda era menor, o que automaticamente te legitimou como filho.

      Abs

      • Carlos Alberto Queiroz

        Valeu Fabio,

        Muito obrigado, assim fico mais tranquilo.

        Abs.

  • Gabriela Falaschi

    Ciao Fabio.

    Tenho uma dúvida, no caso do casamento acontecer depois do nascimento dos filho, é necessário fazer o reconhecimento? E se o genitor for falecido, como fica o reconhecimento?

    Grazie 🙂

  • Aline Tonalezi Bevilacqua

    oi fabio…………entao….no caso da minha prima, temos o nascimento italiano, nao existe o casamento e no nascimento da avó o declarante é o pai(o italiano)entao continua o direito a cidadania, certo? mas minha duvida agora é: se a pessoa q passa cidadania estiver morto, nao tem como fazer o reconhecimento tardio, a pessoa nao tem direito a cidadania, correto o meu pensamento?