Aula 10 – Eventuais Problemas e Impedimentos

MATERIAIS DIDÁTICOS

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113 Comentários


  1. Tentei ver se alguém tinha a mesma dúvida que eu, mas não vi as resposta . Minha filha já é maior de idade e meu marido quem fez a certidão de nascimento dela e não eramos casados. Você já viu caso só cartório fazer esse tipo de correção, de incluir o nome da mãe ?

    Responder

  2. Olá Fábio!
    Acabei de ver o vídeo, e no que tange a parte da declaração e surgiu uma dúvida. Estou entrando com a cidadania da linha de minha avó (mãe do meu pai). Ocorre que minha avó casou-se somente na igreja, não vindo a casar-se no civil e quem declarou o registro do nascimento foi o pai dele. Perco o direito mesmo ela tendo casado somente na igreja?

    Responder

  3. Olá Fábio,
    Não vi em nenhum vídeo, vc falar sobre o casamento somente no religioso, ou seja, anterior a 1889. Também não vi nenhum comentário seu sobre o nascimento antro a 1888, quando as crianças eram somente batisadas.
    Minha dúvida é sobre o documento religioso, se é legal uma vez que foi anterior a lei. O que deve constar, por exemplo, é o mesmo que na Itália, somente carimbo a assinatura pela Cúria? Precisa reconhecer essa assinatura da Cúria?
    O apostilamento do documento religioso é igual ao civil?
    Enfim, tudo o que corresponder ao documento religioso.
    Obrigada,
    Mônica

    Responder

  4. Olá Fábio!!
    Procurei nos teus vídeos e não encontrei nada sobre o registro tardio.
    Meu caso é o seguinte, encontrei quase todos os documentos de minha árvore, e só não encontrei a certidão de casamento (brasileira) do italiano e a certidão de batismo do meu bisavô, filho do italiano. Ocorre que pelas datas, estes documentos deveriam estar em posse da igreja, já que ele se casou por volta de 1884, e meu bisavô nasceu por volta de 1889, e não existiam cartórios na época. Em todas as certidões posteriores, consta que ele foi casado na igreja, e no caso do meu bisavô, consta na certidão de casamento que ele é filho legítimo.
    Acredito que dificilmente vão encontrar estas certidões, considerando que é muito provável que a igreja católica tenha perdido os livros em que elas estão. Gostaria de sugerir que você faça um vídeo falando sobre os registro tardio, onde se junta algumas provas do casamento, ou do nascimento, e abre-se um processo judicial para que a certidão seja lavrada em cartório.
    Como funciona o processo? Os consulados e comunes aceitam este tipo de documento?
    Obrigado!
    Ramony

    Responder

  5. Fiquei muito triste ao saber que não tenho direito à cidadania por meu antenato ter casado no Brasil em 1913, ou seja, veio muito antes de 1920. Espero que o governo italiano reconheça nosso direito novamente e de preferência nos iguale aos descendentes de outras províncias que podem se tornar cidadãos quando quiserem.

    Responder

  6. Olá Fábio! Estou requerendo a cidadania italiana no consulado aqui no Brasil. No meu caso, meus pais se casaram quando tinha 11 anos. Meu pai foi o declarante em minha certidão de nascimento e é o avô dele quem era italiano. Na minha certidão de nascimento consta o nome de solteira de minha mãe, mas quando casou ela acrescentou o sobrenome do meu pai ao dela. Minha dúvida é se preciso alterar na minha certidão de nascimento o nome de minha mãe uma vez que quando nasci o nome dela ainda era o de solteira. Obrigada.

    Responder

  7. Fabio, preciso de uma luz, quem veio da Itália foi meu bisavô, qdo adulto foi morar com minha avó mas não casou, teve filhos e todos registrados como Ilegítimos, mas ele foi o declarante. Nos documentos que levantei agora, como certidão de óbito do meu bisavó consta como casado. Meus familiares dizem que ele casou depois que já morava junto com minha avó a mais de 40 anos mas ninguém sabe se foi no civil e nem o local, já procurei essa certidão de casamento e não encontro. O que devo fazer? Mesmo o filho declarado Ilegitimo, se consta no óbito casado tem que ter a certidão? Quais caminhos eu tenho?
    Obrigada

    Responder

  8. Acho que esse video acabou com meu sonho….=(
    De novo agradeço por compartilhar o seu conhecimento. Eu estava super empolgada, mas vendo a aula acho que me encaixo no impedimento #3…
    Eu ontem deixei uma duvida na aula 4, quanto ao estado civil da minha vó e mãe, que se casaram depois…Minha mãe não tem o pai reconhecido na certidão dela e eu não tenho o meu pai na minha certidão. Porém ambas casaram-se posteriormente.
    No meu caso a declarante do meu registro de nascimento foi minha avó, neta do meu antenato italiano. Minha mãe só
    se casou anos depois com outra pessoa que não é meu pai. Logo meu único sobrenome é o mesmo que o da minha avó (declarante ) e o mesmo do meu bisavô e trisavô (antenato italiano). O que acontece nesse caso?

    Trisavô Antenato Italiano 1896
    Bisavô 1921
    Avó 1950
    Mãe 1969
    Eu 1987

    Obrigada!

    Responder

  9. Fabio, boa tarde..Estou adorando as aulas.. Hoje estou na aula 10 – Possiveis Problemas e algo que você falou me deixou preocupada. Meu esposo (cidadão Italiano) e eu adotamos judicialmente agora em junho de 2017 a nossa filha mais velha que mora conosco desde os 11 anos dela. Hoje ela tem 20 anos. Olhando nos sites dos consulados onde temos inscrição que era o de São Paulo e agora é o de Londres (moramos aqui atualmente) vi que temos que homologar a adoção da Larissa na Italia e dar entrada na cidadania dela. Que mesmo para ela ter a cidadania ela precisa morar um tempo na Itália. (nunca sei ao certo quanto tempo) Mas lá não diz que ela perderá o direito por ser maior. Será que eu entendi errado o seu vídeo? Eu agora mesmo estou em busca de assessoria para nos ajudar com este processo, pensamos em até contratar a sua assessoria através da aula VIP, mas preciso saber se tenho ou não a possibilidade do reconhecimento.
    aguardo ansiosa o seu retorno.. Eu tenho uma caçula de 8 anos que não para de me perguntar quando a irmã mais velha vira se juntar a nós. A Inglaterra não quer reconhecer a adoção, a nossa unica saída é a cidadania Italiana. abs

    Responder

  10. Ola Fabio. Meu Antenato é de 1887 e minha mãe filha dele é de 1918. Eu sou de 1945. Estou nesse caso que precisa contratar um advogado italiano? Se sim, qual é a estimativa de custos?
    Eu sou casado em 1981 e tenho uma moça de 1982 e um rapaz de 1985. Eles tem direito à cidadania italiana:
    1) se eu não tirar a minha cidadania?
    2) se eu tirar a minha cidadania?

    Responder

  11. Ciao! Fabio!
    Grazie mille!
    Você faz um trabalho sensacional.
    Mas essa vídeo aula foi o golpe fatal na minha intenção de obter a cidadania italiana.
    Eu me enquadro no ítem 1 da tua aula.
    Abbracci

    Responder

  12. Dúvida #3 – no meu caso o declarante do meu registro de nascimento foi o meu avô, filho do meu antenato italiano. Minha mãe não se casou e eu não tenho registro com nome do meu pai. Logo meu único sobrenome é o mesmo que o do meu avô (o declarante ) e o mesmo do meu bisavô (o antenato italiano). O que acontece nesse caso?

    Responder

  13. Olá Fabio. Parabéns por tudo.
    Tenho uma dúvida: Minha avó nasceu em 1921, mas só foi registrada em 1946 com 25 anos. O declarante foi o pai (meu bisavô), Italiano que declarou ser filha legítima dele e da esposa (minha bisavó, casados em 1917). Isso pode atrapalhar a transmissão da cidadania?

    Responder

  14. Você é muito didático, to quase entendendo tudo agora haha
    Vamos lá, meu bisavô nasceu em Trento, mas meu tataravô não, sendo que ambos vieram ao Brasil, eis minha dúvida.. não ficaria mais distante minha descendência, pulando para o tataravô ou simplesmente por ter um cidadão “austríaco” no meio perde o direito, ele não se estende? isso?
    parece algo tão simples mas ngm comenta sobre isso, (logo né acho que se perde haha)
    E adorei o site dá uma simplificada na nossa vida

    Responder

  15. Foi bom enquanto durou, meu tataravô nasceu em Telve 1843 e saiu de lá em 1875.

    Responder

  16. Ainda não há possibilidade de reconhecimento da cidadania para os cidadãos emigrados entes de 1920?

    Responder

    1. Vamos torcer pra os governantes italianos darem esse direito a nós

      Responder

  17. Oi Fábio, o pai do meu pai foi casado e meu pai é filho fora do casamento mais ele declarou meu pai como filho legítimo, devo levar a certidão de casamento do meu avô com a outra mulher que não é a minha vô pra Itália, para o reconhecimento ?

    Responder

  18. Fábio..problemas possíveis .item 3=o bisavô (casado no civil)foi ao cartório e fez o “registro tardio “de nascimento Do Meu avô .Tem validade.?Não consegui o registro de batismo em lugar algum.

    Responder

  19. ola fabio meus filhos sao todos com certidao novas e mesmo assim na certidadao onde mostra declante mostra q nada costa n tem nem nada costa nem um dos genitores e fomos nos que registramos e a do meu marido mostra que e o declarante consta ordem judicial muito obrigado por tudo

    Responder

  20. Olá, Fábio! Eu tenho um problema na certidão de nascimento da minha avó. O meu bisavô foi o declarante e ele declarou que a minha avó era filha LEGÍTIMA dele, no entanto, ele nunca foi casado com a minha bisavó. Como eu poderia contornar e solucionar essa situação?

    Obrigado pelo SagaBook!

    Responder

  21. Oi, Fábio.

    Estou com uma enorme dúvida justo agora que consegui juntar todos os documentos. O meu caso é o seguinte: eu sou filho de mãe solteira, nos meus documentos constam apenas o nome da minha mãe, ela quem me transmite o sobrenome italiano. O problema é que na minha certidão de nascimento o declarante foi o meu avô materno. A minha dúvida é se consigo fazer o processo sozinho ou se minha mãe também tem que fazer.

    Obrigado.

    Responder

  22. Boa tarde Fabio, minha avó nascida em 1933 transmite a minha mãe nascida em 1959, que por fim meu pai foi declarante de meu nascimento só que já haviam se casado antes de eu nascer. Desde já agradeço, grande abraco!

    Responder

  23. Fabio, e no meu caso que é segunda via de emulamento, onde não consta os declarantes e meus pais não são casados, mas consta o nome dos dois em minha certidão?

    Responder

  24. @fabiobarbiero:disqus – eu sei que você disse, mas pergunto mesmo assim, porque… você já entenderá!

    Minha esposa tem direito à cidadania: sua nonna, LONGO Virginia, nascida em 1911 e seu bisnonno TRETTEL Angelo são, ambos, de Fiera di Primiero, Trento. Atualmente, este comune se juntou a outros 3 ou 4 e virou San Martino de Castrozza.

    Pois bem, ainda não achei a data de desembarque dos Trettel (apesar de ambas as famílias serem da mesma cidade, a nonna Virginia só veio a se casar com o nonno Luis, brasileiro, aqui no Brasil), mas achei a data de desembarque dos Longo, em 22/05/1924.

    Você diz que, com o pacto de Saint Germain, de 16/07/1920, “Trento entrou na Itália”, e portanto, minha esposa tem direito à cidadania, pois o pai de minha esposa nasceu apenas em 1953, depois da vigência da Constituição de 01.01.1948.

    Porém uma assessoria que consultei diz que não temos direito – dizem simplesmente “se é trentino, não dá mais, a lei 379/2000 encerrou a vigência e blablablá…”

    Nos documentos de desembarque da Nonna consta lá italiana. Estou aguardando os documentos chegarem da Itália para atualizar a história…

    Responder

  25. Bom dia Fábio. Tenho outra dúvida sobre “possíveis problemas”. Minha irmã transmite a cidadania, fez união estável no cartório quando meu sobrinho tinha 6 anos. Pai foi declarante no nascimento desse sobrinho. Ele completou 18 anos no mês passado. Ele perdeu o direito a cidadania iure sanguinis ??? Grazie

    Responder

  26. Boa noite Fábio, inicialmente agradeço muito pelos aulas e pelo blog! Por favor, tenho uma dúvida que, acho, se encaixa nesse tópico “eventuais problemas”: no caso de destruição dos registros civis italianos, por exemplo por guerras ou terremotos, a certidão de batismo pode ser usada para a cidadania ou deve/pode ser feito algum tipo de “reconstrução do registro no comune? Grazie!

    Responder

    1. @joprata:disqus – apenas por curiosidade: isto ocorreu com os registros de seus antenati, ou é apenas elocubração filosófica?
      Não que eu saiba a resposta, mas fiquei curioso…

      Responder

      1. Oi Renato. É concreto sim. Temos uma antiga certidão de batismo de 1900 do antenato mas segundo o comune os livros civis foram perdidos em alguma guerra. O padre atual e o comune não respondem aos e-mails para esclarecer.

        Responder

        1. Será que você conseguiria mandar um e-mail ao comune (ou como você disse, se não estão respondendo…) ou ligar para eles, e pedir para o Ufficio Civile gerar um documento atestando este fato?

          Essa sua dúvida é meio complicada…

          Responder

        2. Olhe, o negócio é ligar para o comune e/ou a Parrocchia e falar com eles, para saber como proceder… difícil, hein?

          Responder

  27. Olá Fábio!
    Meu problema é grande. Não sei se isso tem solução.
    Minha cidadania é através do meu avô paterno (nascido na toscana em 1888).
    Casou-se com a minha avó, mas não sei o ano, estou em busca da certidão de casamento e não consigo encontrar. Estou indo a cartórios e igrejas para tentar achar a data e então descobrir onde foi o casamento.
    Mas estou desconfiada que não se casaram no civil.
    Meu pai nasceu em maio de 1932.
    Mas meu avô faleceu em setembro de 1931.
    Ou seja, o declarante da certidão de nascimento do meu pai foi um tio, irmão da mãe. Então não foi nenhum dos pais.

    Se eu encontrar a certidão de casamento religiosa, eu consigo fazer o registro no cartório?
    Mais uma coisa, minha avó, mãe do meu pai, é filha de italianos. Nascida em 1898, no brasil. Mas, novamente, não foi ela a declarante na certidão de nascimento do meu pai.
    O que fazer?

    Responder

  28. Oi Fábio, tudo bem? Obrigado por compartilhar seus conhecimentos sobre a cidadania. Desde ano passado converso com um advogado italiano para tentar a minha cidadania via materna. Porém, descobri agora que a minha bisavó (que me transmite a cidadania) não casou com o meu bisavô, sendo que a certidão de nascimento da minha avó só tem o pai como declarante. O advogado disse que isso não é um problema para continuar o meu processo, que não tem problema apenas o pai ser o declarante.
    Você poderia me dizer, então, em qual Lei ou outro ato oficial de autoridades públicas italianas eu posso encontrar essa informação de que o declarante da certidão de nascimento tem que ser italiano, por favor?
    Quero me resguardar de todos os lados.
    Muito obrigado.
    abs

    Responder

  29. Olá Fábio, boa noite.
    Estou arrasada depois de ver seu vídeo, pois me enquadro no #3 problema 🙁
    Meu antenato italiano é meu bisavô materno, nascido em Anguillara Veneta em 1883 (que consegui descobrir graças as suas orientações), depois vem meu avô (nascido no interior de SP) e em seguida minha mãe (nascida após 1950), porém minha mãe não se casou oficialmente com meu pai, que é o declarante na minha certidão de nascimento. Existe alguma medida ou solução para o meu caso?
    Espero muito que exista alguma maneira para eu prosseguir com o processo de cidadania… 🙁

    Responder

    1. Olá Talita basta que sua mãe obtenha o próprio reconhecimento e depois disso, vocês devem ir juntas a um cartório para que ela faça uma declaração de maternidade pra você – depois disso você deverá efetuar um procedimento chamado Eleição de Cidadania, ok?

      Responder

      1. Grazie mille pela atenção de sempre Fábio! Uffa, fico mais tranquila agora…
        Só mais uma dúvida, existe alguma forma de tiramos juntas, ou a declaração de maternidade deverá ser feita depois do reconhecimento dela?

        Responder

      2. Ola Fabio, primeiramente parabens pelo site,
        Bom minha esposa tem uma situação parecida
        O pai dela é quem transmite mas ele nunca foi casado com a mae dela, e a mae quem foi a declarante, com o pai fazendo uma declaração de paternidade ela consegue a cidadania?
        Obs:. Ela ja esta prestes a ir pra Italia com todas as certidões traduzidas e apostiladas.
        Muito obrigado

        Responder

      3. Boa tarde , é justamente isso que acontece no meu caso , fiquei arrasada…mais agora vejo uma luz.Fábio porfavor faz um vídeo sobre isso? Isso tudo que você faz é simplesmente maravilhoso, mil vezes obrigada!

        Responder

  30. Olá Fábio ! Na certidão de nascimento de minha avó consta como declarante o irmão mais velho dela, e não o pai italiano de ambos. Há alguma solução para este caso ?

    Responder

  31. Fabio, boa tarde tudo bom? E no caso 3, a respeito do reconhecimento paterno por meio judicial na menoridade do filho, mesmo após a mãe ter declarado o filho no nascimento. Ainda tem o direito a cidadania, caso o Pai seja transmissor ?

    Responder

  32. olá Fabio, estou assistindo seus videos e atráves de você suas orientacões consegui encontrar o Registro de Nascimento do Meu Bisavô no comunni da Italia, este esta para chegar em minha casa, tudo seguindo sua orientação. Mas agora estou desanimada pois meu Bisavô Nascido na Italia, Nasceu minha avó em 1912 e minha mãe em 1948, enfim… tenho que desistir, ou buscar o servico do Advogado. obrigada por tudo

    Responder

    1. Mas @disqus_gzollgPrCF:disqus,, se ela nasceu em 1948, justamente o ano em que o reconhecimento materno passou a vigorar, você tem direito pela via judicial! Não desista, não!

      Responder

      1. @disqus_gzollgPrCF:disqus , pelo que entendi, a Constituição entrou em vigor em 01/01/1948, ou seja, a partir dessa data toda mulher italiana passou a ter o direito de transmitir a cidadania aos filhos. Portanto, se sua mãe nasceu após 01/01/1948, acredito que vcs não precisem de ação judicial. Não desista, procure se informar melhor. 🙂

        Responder

  33. Olá Fábio, Tenho uma dúvida, meu bisavô nascido em 1893 no Brasil filho do meu antenato italiano só possui certidão de batismo e não tem a certidão de nascimento. Nesse caso, preciso tentar um processo de registro tardio do nascimento do falecido?

    Responder

  34. Olá Fábio, parabéns por todo o seu trabalho! Tenho uma questão, apesar de parecer mais uma questão de “sorte” ou como você já mencionou nos vídeos do “humor do oficial”, mas vamos lá:

    Meu trisavô Italiano, não encontro a certidão de casamento dele. Mandando alguns email para comunes, uma delas disse que seria possível realizar o reconhecimento desde que o declarante na certidão de nascimento do meu Bisavô (brasileiro já) conste o declarante sendo meu Trisavô. Ai vem… eu tive que pedir uma certidão tardia de nascimento visto que não existia nem certidão de nascimento, nem batismo do meu Bisavô. Contudo, nos documentos de habilitação de casamento do meu Bisavô, consta a declaração de que ele é maior de idade pelo meu Trisavô e inclusive com a assinatura dele e da minha Trisavó. Ao mencionar isso a comune disse que “só vendo na hora”.

    Pela sua experiencia, você já viu isso acontecer? Alguma sugestão?

    Detalhe é que já possuo primos que tiveram sua cidadania resonhecida via meu trisavô, porém eles não se lembram aonde conseguiram a certidão de casamento e o consulado Italiano se nega a ver a pasta da minha familia.

    Um abraço,
    Javier

    Responder

    1. Olá Javier gostaria de saber como você fez o processo de registro de certidão tardia? O meu bisavô só tem a certidão de batismo e não tem a de nascimento, então teria que fazer esse registro. Desde já, obrigada pela atenção.

      Responder

      1. Olá Thamay, eu tive que entrar com um processo judicial! No caso eu entrei no local do cartório onde ele supostamente teria a certidão de nascimento (comarca de Veranopolis)!
        Fiz a petição (contratei uma advogada de lá), reuni documentos que comprovassem a existência do meu bisavô, a linhagem (pais dele, matrimônio e óbito) e uma certidão emitida pelo cartório responsável da não existência da certidão, inclusive da paróquia para comprovar a inexistência da de batismo!
        Aí é aguardar a decisão do juiz, mandar a sentença para o citado cartório e esperar eles confeccionarem (+/- 30 dias após a entrega da sentença)!
        Minha sorte é que foi numa cidade pequena, levou só uns 9 meses!
        Espero ter ajudado!

        Responder

  35. Olá Fábio. Muito boa a sua aula! Eu tenho uma dúvida relativa ao caso #4.

    Eu tenho uma irmã por parte de mãe, ou seja, eu e ela temos pais diferentes. Nossa mãe não é cidadã nem descendente de Italianos. Eu estou no processo de conseguir a minha através do meu pai.

    Ocorre que o pai dela também é descendente, só que quem transmite a cidadania para ele é a mãe dele, avó da minha irmã. Eu sempre achei que ela não teria direito, mas pela sua aula, como o pai dela nasceu após 1948, então ela também tem direito?

    Essa mulher não se naturalizou italiana e já veio a falecer. Mesmo assim ela transmite para o filho (nascido após 1948)?

    Responder

  36. Olá Fábio, minha mãe não se casou mas em minha certidão de nascimento diz o seguinte: começa falando “CERTIFICO, que no livro tal… feito hoje o assento de ALLAN NOQUELI DA SILVA(eu), sexo masculino, data nascimento, horário de nascimento, hospital tal, filho de (nome do meu pai) natural da cidade X e (nome da minha mãe i e ela que transmite) natural da cidade Y.
    Ai fala dos avós paternos.
    Avós maternos.
    FORAM DECLARANTES OS PAIS.(exatamente assim)
    Observações: nada consta
    O referido e verdade é foi fé.

    Eu entendo que isso minha mãe foi declarante junto meu pai fazendo assim a ligação necessária para transmissão da cidadania, correto?

    Responder

    1. Sim, ambos os pais (pai e mãe) foram declarantes. Não se esqueça de que a certidão tem que ser im inteiro teor, de traduzir e apostilar, hein?

      Responder

  37. Olá Fábio! No meu caso, minha mãe me transmite a cidadania italiana e apenas meu pai me registrou no cartório, embora os nomes dos dois constam na minha certidão. Eles não eram casados quando eu nasci, mas o casamento ocorreu quando eu tinha cinco anos. Isso me torna filha legítima da minha mãe? Ou ainda assim preciso fazer o reconhecimento de maternidade e solicitar a cidadania por eleição? Muito obrigada por toda a ajuda que vc tem nos dado. Sem essa ajuda eu ficaria completamente perdida como cego em tiroteio e tudo seria muito mais difícil. Estou devorando o SagaBook 2017!

    Responder

    1. O mesmo caso que eu. Pai declarante, mãe que transmite a cidadania, eu nasci eles eram solteiros mas casaram quando tinha 4anos, ou seja, na minha minoridade. É o caso de cidadania por eleição ou iure sanguinis?

      Responder

      1. Olá Pedro, como o casamento aconteceu enquanto você ainda era menor, você foi legitimado por este casamento e portanto o direito é normal, via jure sanguinis sim

        Responder

        1. Muito obrigado Fabio pela atencao. Foi realmente um alivio!!
          Parabens pelo canal mais uma vz!!

          Responder

        2. Boa noite, Fábio!
          Meu pai nasceu 1 ano antes da minha avó, que transmite a cidadania, se casar, e foi registrado pelo pai, contudo após 1 ano ele se casaram no civil. Minha dúvida o nome do meu pai precisa constar expressamente na certidão da casamento da minha avó, porque não consta, eu vi vários relatos divergentes sobre esse assunto, e como você é especialista no assunto gostaria me esclarecesse. Desde já lhe agradeço.

          Responder

          1. Mesmo caso, vc teve alguma informação ?
            Parece que alguns comunes exigem isso mesmo infelizmente
            Que contenha o nome do filho na certidao de casamento. Porem no brasil isso nao existe bem dizer. Pelo menos eu nunca vi certidao de casamento constar quantidade de filhos.


  38. Olá, Fábio! Hoje voltei a assistir o vídeo aula 10 em busca de uma solução para um problema que surgiu ontem. Não conseguindo encontrar a certidão de nascimento ou batismo do meu bisnonno, através da habilitação de casamento descobri que a mãe dele foi quem atestou a data de nascimento dele, mas não há certidão ou algum documento por escrito. Sei que ela era casada com meu tartaranonno na Itália e a certidão está na Abbazzia de Treviso. Pergunta: está certidão de casamento serve para comprovar civilmente q eles eram casados? Pois Comunis não existiam ainda.
    Muito obrigada, Fabio.

    Responder

    1. @mariaanglicasartori:disqus – estou estudando o processo para fazer a cidadania da minha esposa. Se puder ajudar, de bom grado o farei. Me dê uma ideia das datas, por favor, para eu te ajudar a calcular. Lembrando que o registro civil na Itália se deu em etapas bastante espaçadas no tempo, iniciando pela “sola da bota e subindo”!

      Responder

  39. Boa Tarde Fabio! O caso abaixo de pais que não chegaram a se casar é exatamente minha dúvida! Quando a paternidade é reconhecida judicialmente , é a mesma situação? Obrigado!!

    Responder

    1. Olá Aline se o reconhecimento foi feito na minoridade não há nenhum problema; já quando isso acontece na maioridade, a legislação italiana prevê que o filho reconhecido na maioridade tem um ano – improrrogável – a contar da data do reconhecimento para eleger a cidadania como sua. Passado este prazo, o direito também deixa de existir

      Responder

      1. Oii Fabio! Foi feito sim, alguns meses depois do meu nascimento. Posso prosseguir em buscar os documentos então? °/ Desculpe e ignorância, rsrs É que isso me confundiu muito! O que Devo fazer agora então? Preciso de alguma declaração por parte do meu pai? Muito Obrigado por tantas dicas e pela atenção!!

        Responder

        1. @alinefaruthemartinez:disqus – se você emitir uma certidão de nascimento sua, em inteiro teor, nos dias de hoje, aparece seu pai como bem, seu pai? Se sim, tudo certo com seu documento. Tem que ser em inteiro teor, traduzido (juramentado) e apostilado, hein?

          Responder

  40. Boa tarde,

    Apesar de ter sido dito nessa aula claramente que não há solução para o caso de filho de pais que não casaram, filho que não foi declarado pela parte com decendencia italiana, continuo com dúvida, porque outro profissional disse que isso é facilmente resolvido, ainda na esfera administrativa, se o pai fizer uma declaração pública reconhecendo o filho, sendo que o nome do pai já consta na certidão de nascimento. É possível consultar se essa informação procede?

    Responder

  41. Bom dia Fabio, sobre sua aula 10, é o seguinte, a cidadania é transmitido do Bisavò para mãe que transmite para seu filho nascido em 55, até ai td bem só que o casamento civil dos pais é em 81, e na certidão de casamento e no óbito da mãe estão declarados todos os filhos e a Idade. No nascimento quem declarou foi o pai. Neste caso como fica ele perde o direito, não existe nenhuma possibilidade de transmissão?? Ja agradeço a atenção. Abraços.

    Responder

  42. Boa noite Fábio! Minha mãe não era casada no civil e meu pai que registrou os filhos, mas meu irmão conseguiu a cidadania já com maioridade. Nós fomos ao cartório, em São Paulo e ela fez o reconhecimento de filiação dele lá na hora. Ele deu entrada aqui no consulado do Brasil. Isto mudou agora com o apostilamento? Estou perguntando porque quero dar entrada da minha cidadania este ano aqui no Consulado. Estou adorando o curso. Gratidão!

    Responder

    1. @marinaacostaaraujo:disqus – apenas para informar, tu sabes que as filas dos consulados são grandes, não? O de São Paulo tem aí cerca de 10 anos de fila!! Eu estou reunindo a documentação, e partirei para a Itália com minha esposa no final do ano.
      Respondendo à sua pergunta: Você possui a filiação reconhecida? Se emitir uma certidão de nascimento em inteiro teor, como aparecer hoje?

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  43. Minha nossa, @fabiobarbiero:disqus, depois de anos o acompanhando e aprendendo tuuuudo o que vc ensina, descobri AGORA que quase deixei de transmitir a cidadania aos meus filhos! Nunca fiz questão de casar com meu companheiro de 15 anos e com ele tive 2 filhos, que já são maiores. Mas que sorte, o Cartório aqui em Floripa exigia a presença de ambos os genitores para o registro da criança, quando eles não eram casados. AMÉM!! E sempre OBRIGADA!!

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  44. Fabio, boa tarde.

    Quando o DECLARANTE no nascimento é o antenato no lugar do seu filho, ou seja, o antenado declara o nascimento do neto e os pais não sendo casados, é possível a transmissão?

    Grato!

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    1. Bah, @luizdurante:disqus, excelente dúvida! Se o próprio antenato declara o vínculo, será uma exceção?

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    2. Luiz neste caso também é um problema, pois ninguém tem autoridade para reconhecer o filho no lugar do próprio genitor que lhe transmite a cidadania

      Responder

      1. Bom dia! Obrigado, Fabio!
        Neste caso, torna-se obrigatório que fossem casados, certo?
        Abraço,
        Luiz

        Responder

  45. Fábio, na minha certidão de nascimento consta assim,
    Compareceu nesse cartório, IZIDORO BERGAMIN, analfabeto a rogo Orlando zani e perante as testemunhas adiante nomeadas e no fim assinadas declarou que no dia…nasceu irinete filha de izidoro bergamin , brasal e Olga natural desta cidade, solteiros.
    Fábio então nesse caso eu tenho ou não direito?

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    1. @irinetea_bergamin:disqus, ficam algumas dúvidas: 1) Seus pais não eram casados no civil? 2) Quem te transmite a cidadania é sua mãe? Se a 1a. resposta for não e a 2a. for sim, pelo que o @fabiobarbiero:disqus ensinou nesta aula, vc se enquadra no problema nº3 e não tem.Mas se as respostas forem diferentes, há alguma chance, pois seu pai a declarou, se a cidadania for transmitida por ele, tudo bem. E se eles eram casados, não há a necessidade da declaração na certidão e daí, tanto faz, vc tem direito, desde que sua mãe seja a primeira mulher na descendência.

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      1. Eles não eram casados no civil , e é meu pai quem me transmite o direito. Mas ele estava presente, só não me declarou por que ele era analfabeto como diz na certidão.

        Responder

        1. Boa tarde! Irene, o Isidoro Bergamin compareceu. E tem testemunhas. Se isso não é atestado de vínculo o que seria?
          Mesma coisa se ele fosse um amputado de guerra! Ele compareceu e é indicado no documento, entendo que tudo certo coma transmissão. Mas sou aluno também, a palavra final é do Fabio.

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          1. Obrigada, estou mais tranquila, vamos esperar o que Fábio vai dizer.


          2. Rsrsss, também sou aluna, mas não tenho dúvidas de quem seja o declarante. Fico feliz que esteja tudo certo, Irinete!


    2. Olá Irinete como o pai estava presente, ele é o declarante do filho dele – só não assinou porque era analfabeto, mas o fato de estar ali presente é mais do que suficiente para comprovação da paternidade perante a legislação italiana 🙂

      Responder

  46. Oi Fábio, minha irmã tem uma filha com 16 anos, e estamos recolhendo a documentação para pedirmos a cidadania, como ela não se casou e não foi a declarante, se ela conseguir a cidadania antes da maioridade, ela não pode transmitir p/ filha ?

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    1. Olá Marta neste caso ela terá que ir junto com a filha até um cartório e fazer uma declaração de maternidade, comprovando que ela declara a filha como sendo legítima sua. Uma vez que ela faça este documento, ele deverá ser traduzido e apostilado junto com os outros e então deverá realizar o processo ANTES que a filha complete 18 anos – para dar a ela também o direito automático ao reconhecimento, ok?

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      1. Que notícia maravilhosa essa! Então se a questão for levantada durante a minoridade ela pode ser reparada? Excelente dica, @fabiobarbiero:disqus!!

        Responder

  47. Olá Fabio, meu antenato nasceu na província de Trento. Possuo um Estratto dai registri degli atti di nascita, timbrado e assinado pelo ufficiale dello stato civile e com carimbo da Parrocchia di San Modesto, dizendo que nasceu em 30.07.1870 em Aldeno. A duvida é: a existência desse documento me da o direito á cidadania ou não?

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    1. Olá Felippe o direito só existirá se ele emigrou da Itália depois de 16 de julho de 1920 – se ele saiu do país antes desta data, infelizmente você não tem direito

      Responder

  48. Dúvida aula 10
    Fábio, estou acompanhado os vídeos e fiquei com uma dúvida sobre esta aula, minha linha o genitor que transmite a cidadania é meu PAI, porém na certidão de nascimento consta minha mãe como declarante, eles não foram casados civilmente. Até aqui percebo que NÃO tenho o direito da cidadania, porém depois de jovem fui reconhecido pelo meu pai e registramos na certidão uma anotação que consta o reconhecimento pelo meu PAI. Esta anotação foi quando eu já tinha 20 anos. há alguma alternativa?

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    1. Olá Leonardo infelizmente seu caso me parece que não há o direito, caso você tenha sido reconhecido na maioridade – neste momento estou acompanhando o caso de um aluno lá na Escola da Cidadania que é bem parecido com o seu: este aluno foi reconhecido pela mãe quando já era maior, e já tentou realizar o processo no Brasil, e foi negado; depois resolveu vir à Itália e o comune também negou – ambos entenderam que ele tinha um ano – a contar da data do reconhecimento, para solicitar a eleição da cidadania. Como isso já passou há diversos anos, a única saída que este aluno está tentando é entrar com um pedido judicial em Roma, torcendo para que um juiz italiano possa deferir a cidadania – porém é sempre um processo judicial, não há nenhuma garantia que será aceito ou não.

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  49. Fábio, bom dia.
    Possuo a documentação de nascimento do italiano, meu trisavô, porém do casamento, apenas um convite com data e o nome dos nubentes. O ano é 1887. Na igreja da cidade (casaram no Brasil) não há registro deste casamento, e no cartório da cidade só existe registros a partir de 1889. Na certidão de nascimento do meu bisavô, consta que o italiano é casado com a mãe do filho que está sendo registrado e o declarante é o proprio italiano. Com essas informações, porém sem a certidão de casamento, ainda existe chance de aceitarem o processo de reconhecimento da cidadania?

    Obrigado.

    Responder

    1. Olá Lourenco como o pai foi o declarante na certidão do filho, existe sim o direito ao reconhecimento – bastará comprovar que o registro de casamento religioso não existe, peça uma negativa à cúria e anexe ela ao seu processo – porém torcendo para não ir a um comune do oficial “cretino” ok?

      Responder

  50. Fábio, pergunta : Existe a possíbilidade de reiteração do declarante na certidão de nascimento ? Minha mãe declarou-me (sou filho natural) e no entanto, meu PAI me trasmite a cidadania.
    Desde já, muito obrigado !

    Responder

    1. Olá Tadeu você deve estar se referindo a inclusão do declarante no documento, é isso? Eu sinceramente nunca vi nenhum caso destes, pois ao pedir qualquer alteração em um documento civil, você precisa que um juiz determine esta correção, e pra isso deve apresentar provas daquilo que você está solicitando – se não houve a declaração explícita no nascimento, não há como provar ao juiz isso, entendeu?

      Responder

      1. Certo. Então, realmente não posso solicitar a cidadania por esse motivo ?
        Nem mesmo com uma declaração pública feita pelo meu pai hoje, eu já com 23 anos ?

        Responder

      2. Fiquei com uma dúvida, aqui, @fabiobarbiero:disqus, o fato do pai haver reconhecido a paternidade na minoridade não adiantou? Só adiantaria se ele tivesse entrado com o pedido de cidadania enquanto ele fosse menor de 18 anos? Pergunto isso por causa da sua resposta à @martalovatto:disqus aqui nesta página. Quero entender a diferença. Obrigada 🙂

        Responder

  51. Fábio, tenho uma filha menor (8 anos), porém não sou casada no civil e o declarante na certidão dela é o pai. Pretendo obter o reconhecimento da minha cidadania até 2018. Ela terá algum problema para adquirir a cidadania dela? Se for o caso, posso me casar agora enquanto ela é menor pra resolver essa situação?

    Responder

  52. Fabio, eu não achei o link para pesquisar as cidades italianas que pertcenciam ao império Austro-hungaro. Independente disso, voce saberia dizer se a cidade de Belluno fazia parte ? Sei que algumas cidades da Provincia de Belluno faziam parte desse Império.
    Grato !!

    Responder

  53. Fábio, no caso da filiação, se o pai passa a cidadania e não foi o declarante mas ESTÁ VIVO, ele não pode fazer algum tipo de documento dizendo que reconhece a cidadania? Acho que isso não foi abordado no vídeo.

    Abraco!

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      1. Oi, Fabio! Nossa, eu vi até o final… e não vi isso. Vou olhar novamente! Obrigada

        Responder

  54. Olá Fabio! confesso que, com essa aula de hoje, quase infartei! Nunca havia prestado atencao neste detalhe da data do casamento dos ascendentes e quem havia sido o Declarante. Juro que dei pausa no video e fui revisar a linha de transmissao, datas de casamento e Declarantes. Acho que nao restou dúvidas quanto a esta aula e sigo na luta. Minha “linha de transmissao” é paterna e há somente homens, mas eu sabia que o casamento dos meus país, no civil, tinha sido após meu nascimento. Gracas a Deus meu pai foi o declarante… Ufaaaa…
    Mas, para eliminar toda e qualquer dúvida, faco um resumo da mina “linha de transmissao”, para que voce de uma olhadinha e confirme se, realmente, nao há motivos para preocupar-me. Meu “antenato” italiano é meu bisavo (nascido na Italia, casado e falecido no Brasil); meu avo, filho do meu bisavo italiano é nascido, casado, e falecido no Brasil; meu pai, filho do meu avo é nascido e casado (gracas a Deus, é vivo) no Brasil; eu, nascido e casado no Brasil… Minha “linha de transmissao” é completamente paterna e todos sao casados no civil, no Brasil… e os delarantes sao os país…
    Um abraco…

    Responder

  55. Olá Fábio, a destruição dos registros pela guerra também é um problema que impossibilita a cidadania?
    Porque no comune do meu antenato, uma das igrejas teve o registro anágrafe destruído, e estou esperando a respostas das outras igrejas para saber se há ou não o certificado de batismo do meu trisnonno.
    Em caso de ter sido destruído, é possível eu usar essa justificativa para a falta da certidão dele, sendo que já tenho a de casamento e de óbito. E então fazer a cidadania pelo pai dele?
    Em caso afirmativo, o que seria menos complicado fazer a cidadania pelo pai do meu trisnonno, com a falta desse documento, ou fazer por via materna?

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    1. Olá Thais no caso de documentos destruídos, você deverá contratar um advogado italiano que solicitará ao juiz a reconstrução do ato e após ele ser reconstruído, poderá utiliza-lo para a sua prática

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  56. Olá Fábio, tudo bem? Bom tenho quase 17 anos e meu processo de reconhecimento seria via processo judicial e sobre isso tenho algumas dúvidas:
    Sendo menor de idade eu posso fazer o processo com o advogado?
    Se não, minha mãe teria que fazer o processo mas até a conclusão do processo eu já teria 18 anos, teria como ela me transmitir essa cidadania mesmo eu sendo de maior?

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    1. Olá Daniel infelizmente não, somente maiores de 18 anos podem solicitar a cidadania – em relação à segunda pergunta, infelizmente não sei te responder, convém perguntar diretamente ao advogado que realizará o processo por derivação materna, ok? Abraços

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  57. Fabio e se houve o casamento apos o nascimento do filho(enquanto o filho tinha menos de 18 anos)?

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  58. Bom dia. Esperei por esse dia, e infelizmente vc só confirmou o que vc já tinha dito em outro vídeo. Mas gostei muito. Não tenho direito porque meu pai não me declarou e não era casado com minha mãe, e hoje os dois são falecidos. Então nada a se fazer. Muito obrigada e continué com esse trabalho maravilhoso.

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